Corpo de Daiane Alves é identificado e será liberado à família
Identificação por DNA foi concluída pela Polícia Científica de Goiás; Investigação segue e aponta para uso de arma de fogo pelo assassino
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A Polícia Científica de Goiás confirmou, na manhã desta terça-feira (03), a identificação do corpo de Daiane Alves Sousa, após sete dias de exames no Instituto Médico-Legal. O reconhecimento foi feito por meio de DNA, concluindo a etapa pericial necessária para que o corpo seja liberado pelo IML de Goiânia.

A família acompanha de perto o andamento do caso e já informou que o sepultamento será realizado em Uberlândia, cidade natal da corretora. O enterro ocorrerá no Cemitério e Crematório Parque dos Buritis, com data e horário ainda dependentes da liberação oficial do corpo.
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Identificação de Daiane
Segundo a Polícia Científica, o estado em que o corpo foi encontrado impossibilitou métodos mais simples de identificação. O único material viável para a análise genética foi os denes, o que exigiu um tratamento prévio antes da extração do DNA.
Esse procedimento envolve etapas químicas que levam vários dias, seguidas da análise genética propriamente dita, o que explica o prazo maior até a confirmação da identidade.
Em nota, a Polícia Científica de Goiás informa:
“A Polícia Científica de Goiás (PCI-GO), por meio de seu Laboratório de Biologia e DNA Forense, informa que o corpo de Daiane Sousa foi devidamente identificado pela metodologia de DNA. Agora, o resultado segue para o Instituto Médico-Legal Aristoclides Teixeira, na capital, que providenciará a devida liberação do corpo para a família. A PCI-GO reforça o compromisso com a efetividade das investigações e com a celeridade dos resultados.”
Desaparecimento e descoberta
Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025. O corpo foi localizado no dia 28 de janeiro, em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, após o síndico do prédio onde ela morava confessar o crime e indicar o local às autoridades.
Segundo a Polícia Civil, o assassino confesso, Cléber Rosa de Oliveira, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos pelo envolvimento no homicídio, no caso do pai, e na tentativa de atrapalhar as investigações, no que se refere ainda inicialmente ao filho.
Novos levantamentos do crime
Além do trabalho no IML, equipes da polícia retornaram ao condomínio e ao veículo utilizado pelo suspeito para realizar novas apurações. A intenção é confrontar as versões apresentadas com possíveis vestígios encontrados nos locais analisados.
A mãe da vítima, Nilse Alves, relatou ter sido informada sobre a presença de sangue em um almoxarifado do prédio, mas a informação ainda não foi confirmada oficialmente pela Polícia Civil.
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Investigação segue em andamento
O advogado da família, Plínio Cesar, informou que, conforme dados preliminares repassados pela polícia, foi identificada uma bala no corpo da vítima, o que reforça a linha de investigação apresentada até o momento. A defesa dos suspeitos não comentou as circunstâncias do crime.