Fezes em piscina interrompem atração e viram assunto nas redes em Caldas Novas

Situação rendeu vídeo nas redes sociais e gerou críticas à higiene e ao comportamento de frequentadores

, em Uberlândia

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A presença de fezes em piscina de ondas levou à interrupção temporária de uma atração em um parque aquático de Caldas Novas (GO). O episódio provocou revolta entre banhistas e foi registrado em vídeo que rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, nesta terça-feira (6).

Banhistas deixaram piscina de ondas após identificação de fezes em piscina de parque aquático em Caldas Novas – Crédito: Redes Sociais/Reprodução

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Segundo relatos de quem estava no local na sexta-feira (2), dia do caso, o problema foi percebido durante o funcionamento normal da piscina de ondas, quando frequentadores identificaram as fezes boiando na água. Pela situação, várias pessoas saíram correndo da piscina.

Funcionários do parque isolaram a área e deram início ao procedimento de limpeza. Um trabalhador utilizou equipamento específico para retirar o excremento do ponto indicado pelos banhistas. A cena foi acompanhada por quem aguardava fora da piscina e chegou a ser comemorada após a remoção do material.

Uma banhista gravou um vídeo relatando o tumulto, que ultrapassou 500 mil visualizações em uma rede social. “Foi tudo muito rápido. As pessoas começaram a gritar e muita gente tentou sair ao mesmo tempo. Como a piscina não foi desligada, as ondas dificultaram ainda mais a saída”, afirmou nas redes.

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De acordo com a banhista, após a limpeza, a atração voltou a funcionar mais tarde. Ainda assim, o episódio continuou repercutindo fora do parque.

Nas redes sociais, o caso gerou uma enxurrada de comentários, muitos deles em tom irônico. Alguns usuários fizeram trocadilhos com o nome da cidade, enquanto outros compararam a situação a ambientes poluídos. Houve também críticas diretas à higiene e à organização do local.

Parte dos internautas, no entanto, saiu em defesa do parque e atribuiu o problema à falta de educação de frequentadores. “O problema não é a cidade, é o comportamento de quem frequenta”, comentou uma usuária. Outros afirmaram que, mesmo com limpeza e uso de cloro, não teriam coragem de voltar à piscina após o ocorrido.