Governo Federal detecta áreas de risco em Uberaba; veja locais

O levantamento concluído em março de 2026 catalogou oito áreas de risco, sendo sete classificadas como de risco alto e uma de risco muito alto. Mais de 230 pessoas vivem nas áreas de risco

, em Uberlândia

O Serviço Geológico do Brasil (SGB) divulgou os resultados do mapeamento de áreas de risco em algumas cidades brasileiras, incluindo os municípios mineiros de Pará de Minas, Monte Sião, Ouro Fino e Uberaba.

 

Ao todo são oito áreas de risco em Uberaba detectados em pesquisa geológica - Crédito: Reprodução GOV
Ao todo são oito áreas de risco em Uberaba detectados em pesquisa geológica – Crédito: Reprodução GOV

Áreas de risco em Uberaba

Uberaba, única cidade do Triângulo Mineiro com detecções, contou com oito áreas de risco, sendo sete classificadas como de risco alto e uma como de risco muito alto, com predominância de eventos associados a enxurradas, inundações e erosão de margens.

Mais de 230 pessoas vivem nas áreas de risco. Nas áreas rurais e turísticas, não foram identificados riscos relevantes para moradias.

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Os documentos, disponíveis no Repositório Institucional de Geociências, detalham setores onde a população está exposta a deslizamentos de terra e inundações.

As áreas mapeadas estão nos seguintes locais:

  • Rua Vicente de Paulo Cardoso (Jardim Uberaba);
  • Rua Vigário Silva (Bom Retiro);
  • Ruas Topázio e Rubéns Félix e Rua Turmalina (Bairro Lourdes);
  • Rua Arapongas (Parque Gameleiras);
  • Rua das Violetas (Bairro Esperança);
  • Gameleira III e Avenida Cristo Rei (Parque das Américas).
Áreas de risco em Uberaba estão na região urbana da cidade - Crédito: Reprodução GOV
Áreas de risco em Uberaba estão na região urbana da cidade – Crédito: Reprodução GOV

Serviço Geológico propõe soluções para prevenir desastres

O SGB já mapeou 220 municípios em Minas Gerais, totalizando cerca de 3,5 mil setores de risco alto e muito alto, que abrigam aproximadamente 583 mil pessoas.

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Leia Mais

Estes estudos são necessários para o poder público agir e endereçar recursos para a implementação de intervenções, como estruturas de contenção de encostas, drenagem e de saneamento básico.

Entre as cidades mineiras mapeadas, apresentam o maior número de áreas de risco: Ouro Preto (313), Betim (180) e Ibirité (110).