A estreia de Ancelotti e o reencontro da Seleção com sua grandeza
Brasil enfrenta o Equador com um novo comandante no banco e uma antiga sensação que começa a ressurgir: confiança
Carlo Ancelotti vai estrear pela Seleção Brasileira nesta quinta. E olha… é difícil não ficar um pouco empolgado.
Não dá pra prever o que vai acontecer em campo. Pode funcionar, pode não funcionar. Mas, pela primeira vez em muito tempo, o torcedor sente que tem alguém de peso no banco.
Ancelotti é um dos maiores técnicos da história. Vencedor em todos os lugares por onde passou. E agora, ele veste a amarelinha.
A camisa mais pesada do mundo, agora nas mãos de um técnico que sabe como carregar peso.

O Brasil deve ir a campo no 4-3-3.
Alisson; Vanderson, Marquinhos, Alexsandro e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Gerson; Estêvão, Richarlison e Vini Jr.
Tem aposta, tem segurança, tem ousadia. Tem Brasil.
É estreia. Não vai ser perfeito.
Mas só de ver alguém como o Ancelotti sentado no banco, com a bandeira do Brasil no peito, já dá uma confiança diferente.
Parece que agora a Seleção tem norte. Tem plano. Tem comando.
E sim, a Copa do Mundo está logo ali. Faltam meses, não anos.
Mas, se tem alguém que pode montar um time competitivo em pouco tempo, é esse cara.
Ele não precisa provar mais nada a ninguém — mas talvez seja isso que o torne tão confiável.

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A Seleção enfrenta o Equador quinta-feira, 20h, em Guayaquil.
Estamos em 4º nas eliminatórias, com 21 pontos. Precisamos ganhar e torcer contra a Venezuela.
Dá? Dá.
Mas não é só isso que está em jogo.
Está em jogo a volta da confiança.
A sensação de que dá pra sonhar de novo.
De que, com Ancelotti, a Seleção vai parar de ser um laboratório e voltar a ser o que sempre foi: protagonista.
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Campeão ninguém é em junho. Mas é em junho que começa o caminho.
E, com Ancelotti, o caminho parece menos torto.
É só o começo. Se a esperança andava sumida, ela volta aos poucos. No banco, de terno e com a sobrancelha levantada.
Vai começar a Era Ancelotti.