Faltam menos de 60 dias para o fim do inverno no Brasil

Estação mais fria do ano termina em 22 de setembro e dá lugar à primavera, com temperaturas mais altas, chuvas e florescimento

, em Uberlândia

Para quem espera pelo fim do inverno, saiba que ainda leva algumas semanas. O inverno de 2025 no Hemisfério Sul termina oficialmente no dia 22 de setembro, às 15h18 (horário de Brasília), conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Até lá, restam 52 dias da estação mais fria do ano, que já registrou geadas, nevoeiros e até neve em regiões do Sul do país, além de temperaturas baixas no Sudeste.

📲 Siga o canal de notícias do Paranaíba Mais no WhatsApp

Fim do inverno
Faltam 52 dias para o fim do inverno e início da primavera – Crédito: Freepik/Divulgação

Ao todo, o inverno deste ano terá 94 dias de duração. Apesar do ar gelado que dominou o início da estação, os modelos meteorológicos indicam que agosto tende a ser mais quente que a média em boa parte do país, com destaque para as regiões Sudeste e Centro-Oeste.

A primavera começa no mesmo dia em que o inverno se despede, marcando a transição entre o tempo seco e o período de chuvas. É nesse novo cenário que o Brasil entra na fase de florescimento das plantas, aumento da umidade do ar e início da safra de verão. A primavera também favorece a recomposição dos níveis de rios e reservatórios, especialmente em estados do Sudeste, Centro-Oeste, Rondônia e Acre.

×

Leia Mais

Nas regiões Norte e Nordeste, o impacto da primavera varia: Tocantins e Bahia sentem a mudança mais nitidamente a partir do fim de outubro, enquanto outras áreas da faixa equatorial têm predomínio de sol forte e chuvas escassas durante boa parte da nova estação.

Ainda que não haja previsão exata sobre o comportamento do clima, os especialistas estimam que a primavera de 2025 será parecida com a do ano anterior, com chuvas regulares e temperaturas um pouco mais amenas do que as registradas em 2024. A diferença, segundo os meteorologistas, é que o inverno deste ano foi mais próximo do padrão esperado, ao contrário do que aconteceu no ano passado, quando o frio praticamente não deu as caras.