Pitbull ataca cadela e mulher se machuca ao tentar salvar o animal em Patos de Minas
A vítima disse que sua cadela foi surpreendida por um pitbull que teria saído de uma residência do bairro Jardim Quebec
Uma cadela ficou ferida após ser atacada por um cão da raça pitbull no último domingo (19), no bairro Jardim Quebec, em Patos de Minas. A tutora do animal também sofreu ferimentos leves ao tentar interromper o ataque e proteger a cadela. O animal permanece sob cuidados médicos em uma clínica veterinária da cidade.

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a ocorrência foi registrada como omissão de cautela na guarda de animal.
Pitbull ataca cadela
A vítima, uma mulher de 41 anos, informou aos militares que sua cadela, sem raça definida, foi surpreendida por um pit bull que teria saído de uma residência e acessado a rua sem qualquer tipo de contenção.
Durante o ataque, a cadela sofreu diversas lesões e precisou ser socorrida para uma clínica veterinária, onde permaneceu sob cuidados médicos.
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Na tentativa de afastar o pitbull e salvar a cadela, a tutora caiu na rua e sofreu escoriações leves nos braços e nos joelhos.
Ainda conforme a PMMG, o tutor do pit bull, um homem de 35 anos, não estava na residência no momento da fiscalização dos policiais. O imóvel encontrava-se fechado e o pit bull já não estava mais no local quando os militares chegaram.
Caso encaminhado à PCMG
A PMMG orientou as partes sobre as medidas legais cabíveis e registrou a ocorrência, que será encaminhada à Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O caso será investigado para apurar as circunstâncias do ataque e eventual responsabilidade do tutor do animal, conforme prevê a legislação vigente.
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Omissão de cautela
A omissão de cautela na guarda de animais é uma infração penal (art. 31 do Decreto-Lei nº 3.688/1941). A pena varia de prisão simples (10 dias a 2 meses) a multa.
O tutor também é responsável civilmente por eventuais danos causados a terceiros, devendo indenizar as vítimas por despesas médicas, veterinárias ou danos materiais.
Em casos mais graves, como ataques severos, o tutor pode responder por crimes culposos ou dolosos contra a vida e a integridade física, dependendo do caso concreto e do uso do animal.