Menina de 12 anos denuncia abuso por homem acolhido pela família; entenda o caso

Segundo boletim, suspeito enviou mensagens de teor sexual antes do abuso relatado pela menina; ele negou a acusação à mãe e não foi localizado pela polícia

, em Uberlândia

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Uma menina de 12 anos relatou à Polícia Militar (PM) que sofreu abuso sexual por um homem hospedado temporariamente na casa da família em Patos de Minas. Segundo o boletim de ocorrência, o episódio teria ocorrido por volta das 23h de domingo (18), após o suspeito enviar mensagens de teor sexual à criança pelo WhatsApp.

A mãe informou aos policiais que oferecia moradia e alimentação ao homem porque ele não tinha onde morar. Conforme o registro, ele estava na residência desde 8 de outubro. O boletim descreve uma abordagem de caráter sexual nas mensagens. A menina questionou o motivo da pergunta, e a conversa terminou. Segundo a PM, imagens das mensagens integram o registro da ocorrência.

Menina de 12 anos denuncia abuso por homem acolhido pela família
Print anexado ao boletim de ocorrência mostra mensagens que o suspeito enviou à menina de 12 anos pelo WhatsApp – Crédito: Reprodução/PM

Ainda conforme o relato, o suspeito entrou no quarto da criança e praticou contato físico de natureza sexual. A menina mandou que ele saísse, e ele deixou o cômodo.

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Menina de 12 anos denuncia abuso e diz que temia contar à mãe

Ao conversar com os policiais, a criança confirmou o relato apresentado pela mãe e disse que demorou a contar o que havia acontecido por medo do suspeito, que continuava na casa.

A mãe afirmou que questionou o homem após saber do relato. Segundo ela, ele negou a acusação e saiu da residência. O boletim não esclarece quanto tempo depois a polícia foi acionada.

PM fez buscas e não localizou o suspeito

Os militares procuraram o homem em endereços indicados durante o atendimento, mas não o encontraram. Uma nova ligação ao 190, por volta das 10h55, informou onde ele poderia estar. No endereço, as equipes receberam a informação de que o suspeito havia saído de carona em uma motocicleta não identificada.

Até o encerramento do registro, o homem não havia sido localizado. A PM registrou a ocorrência como possível estupro de vulnerável, conforme o enquadramento descrito no boletim.

Os nomes dos envolvidos e os endereços foram omitidos para preservar a identidade da criança.

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