Líder religioso suspeito de estuprar criança de 4 anos é preso em Araguari

Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito é primo da avó da vítima e se aproveitava da proximidade com a criança para cometer os abusos

, em Uberlândia

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Um homem de 52 anos foi preso nesta sexta-feira (20), em Araguari, suspeito de ter estuprado uma criança de 4 anos. O investigado, que é líder religioso, é primo da avó da menina e mantinha uma convivência constante e próxima com a família, utilizando-se dessa relação de confiança para ter acesso à vítima.

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Líder religioso suspeito de estuprar criança de 4 anos foi preso em casa – Crédito: PCMG/Reprodução

Suspeito de estuprar criança foi denunciado pela avó da vítima

Segundo as investigações, o crime ocorreu na última terça-feira (17). A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), identificou e prendeu o suspeito em sua própria residência, após uma denúncia da avó da criança, que percebeu mudanças no seu corportamento.

O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e segue à disposição da Justiça. Por envolver uma criança, o processo corre em segredo de Justiça para preservar a identidade da vítima.

Ainda não há informações sobre como foi feita a investigação nem em que circunstâncias o crime acontecia, se na ausência de familiares e se havia outros envolvidos. Novas informações ainda estão sendo apuradas.

Triângulo Mineiro é a segunda região do estado com mais registros de estupro de vulnerável

A prisão em Araguari ocorre no mesmo período em que o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) divulgou um levantamento alarmante sobre a violência sexual infantil no estado. Segundo levantamento realizado com base em registros da Polícia Civil, o Triângulo Mineiro é a segunda região com maior incidência de casos de estupro de vulnerável, e em 52,8% dos casos, o agressor pertence ao círculo familiar ou de confiança da vítima.

Em apuração aos dados abertos da Sejusp, Araguari contabiliza 2 casos de estupro de vulnerável nos dois primeiros meses de 2026, sendo um em janeiro e outro em fevereiro. Em ambos os casos, o abuso aconteceu dentro da própria casa da vítima.

*Matéria em atualização