Fachada de escola no Tibery é pichada com ameaças de vingança
Mensagens de vingança foram escritas no muro da Escola Estadual Sérgio de Freitas Pacheco, onde adolescente de 14 anos foi esfaqueado na última quarta-feira (18)
A fachada da Escola Estadual Sérgio de Freitas Pacheco, no bairro Tibery, em Uberlândia, foi alvo de vandalismo com mensagens de ameaça. Pichações feitas no muro da instituição citam “vingança” contra o adolescente de 15 anos que, na última quarta-feira (18), esfaqueou um colega de 14 anos dentro da unidade de ensino.
Imagens enviadas por pais de alunos mostram frases direcionadas ao agressor e gerou nova onda de insegurança entre as famílias. Uma mãe, que preferiu não se identificar, relatou que o clima é de medo e afirmou que não houve uma reunião geral com os responsáveis para tratar do atentado da semana passada.

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Resposta da Secretaria de Educação
Em nota oficial ao Paranaíba Mais, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) repudiou o ato de vandalismo e informou que a direção da escola acionou a Polícia Militar para o registro de um novo boletim de ocorrência.
A pasta ainda informou que reuniões foram feitas na semana passada com a comunidade escolar, Conselho Tutelar, PMMG e o Núcleo de Acolhimento Educacional (NAE), composto por psicólogos e assistentes sociais.
A Secretaria também ressaltou que todas as escolas estaduais possuem sistema de videomonitoramento e alarme, e que a Patrulha Escolar da PM realiza rondas regulares na região.
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Esfaqueamento em escola no Tibery estaria ligado a caso de intimidação
Segundo relatos sobre o caso, o conflito que levou ao esfaqueamento do jovem de 14 anos dentro de escola no Tibery estaria relacionado a episódios de intimidação e bullying entre os estudantes. Após a agressão, famílias com filhos na instituição estadual relataram ao Paranaíba Mais situações recorrentes de bullying e conflitos dentro da escola e cobram medidas mais efetivas.

Uma mãe, que tem duas filhas ligadas à instituição, uma que já concluiu os estudos e outra ainda matriculada, afirmou que a filha mais velha enfrentou episódios frequentes de intimidação ao longo do último ano letivo.
Já o pai de duas ex-alunas da instituição, Daniel Rafael, disse que precisou retirar as filhas da escola no ano passado após descobrir que uma delas, então no 3º ano do Ensino Médio, sofria opressão e chantagens por sua orientação sexual. Segundo Daniel, a filha era alvo de intimidações de outros alunos.
Investigação do caso
Segundo o Corpo de Bombeiros, no dia do crime a vítima apresentava ferimentos no tórax e no abdômen. O adolescente foi socorrido inicialmente por um policial militar do Proerd que estava na escola e levado ao pronto-socorro da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) antes da chegada das equipes de resgate.