Empresa se pronuncia após agressão contra funcionária da Área Azul em Frutal
Vítima sofreu fraturas, está emocionalmente abalada e contará com apoio psicológico e jurídico, segundo a empresa; caso segue sob investigação
A empresa responsável pelo estacionamento rotativo de Frutal divulgou, nesta sexta-feira (31), uma nota oficial sobre a agressão sofrida por uma funcionária trans, de 24 anos, durante o expediente no Centro da cidade. O caso ganhou repercussão após vídeos mostrarem o momento em que a trabalhadora é agredida por um motorista durante uma discussão relacionada ao sistema de estacionamento rotativo.

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A funcionária de 23 anos permanece abalada emocionalmente após as agressões e foi afastada das atividades por cinco dias, com atestado médico para recuperação.
De acordo com o responsável pelo estacionamento rotativo, ela sofreu fraturas, passará por acompanhamento psicológico e já conta com assistência jurídica. O caso será acompanhado por uma advogada, enquanto as investigações seguem em andamento.
Empresa repudia agressão e anuncia apoio à colaboradora
Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira (31), a FlowParking repudiou a violência praticada contra a colaboradora e afirmou que adotou todas as medidas necessárias para garantir seu acolhimento, segurança e bem-estar, incluindo suporte institucional e jurídico.
“A FlowParking manifesta seu total repúdio ao episódio de violência ocorrido contra nossa colaboradora Larissa durante o exercício de suas atividades profissionais”, destaca um trecho do comunicado.
A empresa também reforçou que nenhum trabalhador deve ser alvo de agressões durante o exercício da função, afirmou que continuará colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação e informou que, para preservar a privacidade da vítima e não comprometer os procedimentos legais, não divulgará novos detalhes sobre o caso neste momento.
Relembre o caso
O episódio ocorreu após um desentendimento entre a funcionária e o motorista de um veículo durante uma abordagem referente ao estacionamento rotativo.
Conforme informações repassadas anteriormente pela empresa responsável pelo serviço e por testemunhas ouvidas pela reportagem, o motorista estaria dentro da tolerância gratuita de cinco minutos e, por isso, não seria autuado nem precisaria efetuar pagamento.
Mesmo assim, segundo os relatos, houve uma discussão no local. O motorista deixou a vaga, mas retornou pouco depois e passou a agredir a funcionária com socos e chutes. Testemunhas afirmam que a vítima tentou apenas se proteger e não revidou às agressões.
A jovem foi encaminhada para atendimento médico, enquanto o suspeito e a vítima foram levados à delegacia para o registro da ocorrência.
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Polícia Civil investiga agressão contra funcionária
O caso é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Para atualizar as informações sobre o andamento da apuração, a reportagem do Paranaíba Mais entrou em contato com a corporação e solicitou detalhes sobre o procedimento instaurado, as diligências realizadas e a situação do suspeito.
Até a publicação desta reportagem, a PCMG ainda não havia encaminhado um posicionamento oficial. O espaço permanece aberto e a matéria será atualizada assim que houver retorno da instituição.