Vacinação da gripe em Patos de Minas e região recebe 13 mil doses
Vacinação em Minas Gerias foi antecipada após aumento no número de casos em 2026; o Dia D está agendado para acontecer no dia 11 de abril
A Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Patos de Minas iniciou a entrega do primeiro lote da vacina contra a gripe para os 21 municípios de sua área de abrangência. Ao todo, 13.420 doses devem ser disponibilizadas até esta sexta-feira (27), para o início imediato da imunização dos grupos prioritários.
A antecipação do cronograma em Minas Gerais é uma resposta ao alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o aumento de casos de doenças respiratórias em 2026. Com a chegada do outono e a proximidade do inverno, a vacinação é considerada a principal estratégia para evitar complicações graves e óbitos.

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Público-alvo na vacinação da gripe em Patos de Minas e região
A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários, que incluem:
- Idosos acima de 60 anos;
- Crianças (de 6 meses a menores de 6 anos);
- Gestantes e puérperas;
- Trabalhadores da saúde e educação;
- Povos indígenas, quilombolas e pessoas com comorbidades.
Na região de Patos de Minas, estima-se que cerca de 195 mil pessoas façam parte do público-alvo da campanha. Além das Unidades Básicas de Saúde (UBS), a população também poderá contar com o suporte do “Vacimóvel” em algumas localidades.
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Dia D e próximos lotes
De acordo com a superintendente regional de saúde, Maíra Lemos de Castro, a previsão é que um segundo lote seja entregue já na próxima semana, antes do feriado de páscoa. O Dia D de mobilização nacional foi marcado para o dia 11 de abril.
“Estamos fazendo uma força-tarefa para enviarmos as doses assim que o Ministério da Saúde repassar as remessas ao Estado. Orientamos que idosos, crianças e gestantes procurem a unidade mais próxima o quanto antes para garantir a proteção”, ressaltou a superintendente.
A campanha também contempla profissionais das forças de segurança, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários, funcionários dos Correios e a população privada de liberdade.