Arquivos de Epstein apontam transferência milionária para Luciana Gimenez
Arquivos de Epstein revelam transações financeiras envolvendo Luciana Gimenez, sem esclarecer origem ou finalidade dos valores
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O nome da apresentadora, empresária e modelo Luciana Gimenez se tornou um dos termos mais pesquisados do Google nesta segunda-feira (9) após ter seu nome envolvido no caso Epstein. Entre os documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, encontram-se extratos bancários que apontam transferências para a apresentadora de valores que ultrapassam 12 milhões de dólares (cerca de R$ 62 milhões).

As informações publicadas pelo órgão norte-americano, no entanto, não trazem uma explicação para as transferências, nem conclusões a respeito das transações. Contudo, chamaram atenção de que a transferência milionária feita para Luciana Gimenez foi em fevereiro de 2019, próximo ao período em que Epstein foi preso.

Ao menos 4 transferências são identificadas, contudo, não é possível identificar se o dinheiro era proveniente diretamente da conta do bilionário. Elas aconteceram em 2014, 2018 e 2019. Outro ponto que chamou atenção dos usuários foi as 85 menções a Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, pai de um dos filhos de Luciana Gimenez.
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O que são os arquivos de Epstein
Os arquivos de Epstein foram divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e reúnem materiais produzidos durante as apurações sobre o financista Jeffrey Epstein, condenado por abuso sexual de menores e encontrado morto em 2019 em uma prisão federal.
O acervo inclui documentos próprios da investigação e também arquivos de terceiros, incorporados durante a coleta de evidências, sem que isso represente, necessariamente, ligação direta com os crimes apurados.
O que disse Luciana Gimenez?
Em uma nota compartilhada nas redes sociais, a apresentadora afirmou que nunca conheceu e nem teve qualquer tipo de contato com Jeffrey Epstein. “A apresentadora reforça que nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome a essas situações”, escreveu.
Luciana entrou em contato com a instituição bancária Deutsche Bank Trust Company Americas, após identificar a menção do nome dela em documentos disponibilizados no site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, para “compreender a razão dessa vinculação indevida e aguarda resposta”.
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