Endrick, queridinho da Seleção, vira embaixador da Unicef; confira
Aos 19 anos, o atacante do Real Madrid entra para o time de embaixadores da Unicef no Brasil e promete lutar pelos direitos de crianças e adolescentes no país.
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Endrick trocou os gramados por uma nova missão nesta quarta-feira (22). O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) confirmou o atacante do Real Madrid como seu mais novo embaixador no Brasil. A notícia chega poucos meses depois de o camisa 9 conquistar o coração da torcida durante a Copa do Mundo, quando virou um dos nomes mais pedidos pelos brasileiros nos jogos da Seleção.

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A partir de agora, Endrick passa a integrar um grupo seleto de personalidades que usam a própria voz para defender crianças e adolescentes em todo o país. Ele se junta a nomes como Maísa, Renato Aragão, Daniela Mercury, Lázaro Ramos, Bruno Gagliasso e até a personagem Mônica, que também representa a instituição no Brasil.
Com a nomeação oficializada, o jogador passa a apoiar iniciativas de conscientização sobre os direitos da infância e da adolescência em parceria com a Unicef. A entidade trabalha no Brasil desde 1950 e hoje concentra esforços especialmente nas crianças mais vulneráveis, presentes principalmente na Amazônia, no Semiárido e nos grandes centros urbanos do país.
Por meio de iniciativas como o Selo Unicef, a organização já chega a quase 2.000 municípios brasileiros. A expectativa, com a chegada da estrela ao time de embaixadores, é ampliar ainda mais esse alcance e engajar um público que acompanhou de perto a ascensão do atacante durante a Copa.
Endrick fala sobre o convite da Unicef
Para o jovem atacante, aceitar o convite da organização foi um misto de orgulho e responsabilidade. Em comunicado divulgado pela instituição, Endrick contou como recebeu a notícia:
“Receber o convite do UNICEF foi mais do que uma honra. É uma responsabilidade muito grande. Eu sei que milhões de crianças sonham todos os dias com um futuro melhor, assim como eu também sonhei. Quero usar minha voz para mostrar que elas podem acreditar em si mesmas, lutar pelos seus objetivos e nunca desistir. Nenhuma criança pode ficar para trás. Estou muito feliz de fazer parte dessa missão.”
A fala resume bem o espírito por trás da escolha da organização. Segundo o próprio fundo os embaixadores não são escolhidos apenas pela fama, mas principalmente pela credibilidade que têm junto ao público e pela disposição de dedicar parte da agenda, mesmo tão concorrida, à causa da infância.
Por que a Unicef escolheu Endrick
O representante da Unicef no Brasil, Joaquin Gonzalez-Aleman, destacou que o trabalho dos embaixadores é fundamental para mobilizar a sociedade em defesa de crianças e adolescentes. Em suas palavras:
“O trabalho de embaixadoras e embaixadores do UNICEF é de vital importância para que a população se mobilize em defesa da infância e da adolescência. Ele é um jovem exemplo, que inspira milhões de crianças e adolescentes, e tem um grande potencial para levar as mensagens sobre os direitos de meninas e meninos para todo o Brasil.”
Essa proximidade com o público jovem não é por acaso. Poucos atletas da nova geração despertaram tanta identificação entre crianças e adolescentes quanto Endrick nos últimos meses, especialmente após sua presença na Copa do Mundo, quando o nome do atacante virou sinônimo de esperança dentro de campo.
Uma trajetória de recordes até virar embaixador
A escolha da Unicef também reconhece a trajetória meteórica do atacante. Endrick saiu das categorias de base do futebol brasileiro direto para o cenário europeu, e se firmou como um dos maiores talentos de sua geração antes mesmo de completar 20 anos. A contratação pelo Real Madrid, em 2024, só confirmou o que já se esperava dele.
No clube espanhol, o brasileiro se tornou o jogador estrangeiro mais jovem a marcar um gol em La Liga e o mais jovem da história do Real Madrid a balançar as redes na Liga dos Campeões. Ele também foi o primeiro atleta do século 21 a marcar gols em suas estreias nas duas competições, uma marca e tanto para quem ainda está no início de carreira.
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Pela Seleção Brasileira, o jogador também entrou para a história ao se tornar o jogador mais jovem a marcar um gol em Wembley por uma seleção principal, feito que o colocou ao lado de craques como Pelé e Coutinho na lista de precocidades da camisa canarinho.
Fora de campo, Endrick parece decidido a repetir dentro da causa social o mesmo protagonismo que exibiu diante das quatro linhas. E, se depender do carinho que já conquistou da torcida brasileira, a nova camisa de embaixador promete vestir tão bem quanto a número 9.
Mesmo perdendo aquele gol contra a Noruega, o jogador se mostra decidido a continuar crescendo como jogador e personalidade, além das quatro linhas. Para acompanhar mais notícias sobre famosos, esporte e sobre o mundo; acompanhe o Portal Paranaíba Mais.