Com apoio da mãe, jovem conquista 53 aprovações em faculdades e R$ 10 mi em bolsas

Jada-Symone Batichon, de 18 anos, revelou que apoio familiar foi o principal incentivo para seu sucesso precoce

, em Uberlândia

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Jada-Symone Batichon, de 18 anos, natural de Powder Springs, na Geórgia (EUA), foi aceita em 53 universidades norte-americanas, acumulando US$ 1,8 milhão (cerca de R$ 10 milhões) em ofertas de bolsas de estudo. A conquista segundo a jovem, é resultado de esforço, estratégia e, principalmente, do apoio essencial de sua mãe, Claudia Batichon.

jovem conquista 53 aprovações com apoio dos pais e milhões em bolsas nos EUA
jovem conquista 53 aprovações com apoio dos pais e milhões em bolsas nos EUA. Crédito: Redes Sociais/Reprodução

O resultado, segundo a estudante, só foi possível graças à orientação e presença constante de sua mãe, a educadora Claudia Batichon.

“Minha mãe e meu pai sempre contaram que foram os primeiros da família a ir para a faculdade. Isso sempre me motivou”, disse Jada à revista People. “Mesmo sendo filha, sou também uma cliente do trabalho dela”, completou.

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Uma mentora dentro de casa

Mãe de Jada-Symone é professora de educação técnica e agrícola na Wheeler High School, onde a filha estudou, e também dirige uma consultoria educacional independente, a THINK Protégé, que auxilia jovens no processo de preparação para a faculdade e carreira.

Com a própria filha, o trabalho foi tratado com o mesmo rigor que aplica a outros alunos.

“Eu pensei: ‘Vou tratá-la como trato todos os meus outros estudantes’. Sabia que, com estrutura, ela poderia lidar melhor com a carga emocional e logística desse processo exaustivo”, contou Claudia.

Estrutura e estratégia desde cedo

A trajetória escolar de Jada-Symone foi planejada com atenção. Desde o ensino fundamental, ela cursou disciplinas do ensino médio.

No penúltimo ano, já havia completado quase todo o currículo escolar. Ela, então, passou a estudar em faculdades locais, como a Kennesaw State University e a Chattahoochee Technical College, onde obteve certificação como auxiliar de enfermagem.

Apesar de ter condições para terminar o ensino médio mais cedo, Claudia fez questão de que a filha vivesse uma experiência completa como adolescente, “Queria que ela fosse ao baile, continuasse como líder de torcida, jogasse softball. Tudo isso faz parte do crescimento”, afirmou.

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Consciência financeira como valor

Para além do desempenho acadêmico, o incentivo à responsabilidade financeira também foi um valor central na formação da jovem.

Jada-Symone rejeitou a ideia de assumir dívidas estudantis e focou em obter bolsas integrais. “Minha mãe me alertou sobre os juros e sobre como muitas pessoas ficam presas a empréstimos. Eu não queria isso para mim”, explicou.

Caminho que abre portas para outros

A estudante, que fundou na escola o clube EmpowHer, voltado ao apoio entre alunas, escolheu a Universidade do Alabama, onde cursará administração de empresas.

Planeja obter o bacharelado e o mestrado em quatro anos, além de buscar estágios e experiências profissionais antes mesmo de iniciar o curso.

Para Claudia, a conquista da filha representa um marco para toda a família. “Sabe aquele ditado: ‘deixe melhor do que encontrou’? Fiz o melhor que pude para que ela fosse mais longe. E espero que os irmãos dela sigam pelo mesmo caminho, ou vão ainda além.”