Conheça o artista que pintou rua de Uberlândia para a Copa do Mundo

O uberlandense Sergio Fernandes disse que usou quase 100 litros de tinta e gastou cerca de 2 mil reais para finalizar a obra

, em Uberlândia

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O uberlandense Sergio Fernandes, de 49 anos, pintou a rua José Lélis do bairro Santa Mônica para entrar no clima da Copa do Mundo 2026, que se inicia no próximo dia 11 de junho. O técnico em sinalização viária finalizou a obra artística no último domingo (24), após ficar durante 8 horas decorando o local.

Técnico em sinalização viária pintou rua de Uberlândia

Em entrevista concedida ao Paranaíba Mais, o uberlandense disse que usou quase 100 litros de tinta e gastou cerca de 2 mil reais para finalizar a obra.

“Nossa família na época da Copa sempre faz esse tipo de ação. As crianças ajudam na produção da pintura. É um momento bem familiar”, disse Sergio.

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O uberlandense também revelou que tem uma empresa de pinturas de letreiros nas ruas de Uberlândia. Já com essa experiência, o técnico resolveu entrar no clima da Copa do Mundo 2026 decorando a rua de sua casa.

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Pinturas começaram em 2014

A ideia de decorar as ruas começou ainda em 2014, quando o uberlandense pintou a parede de sua casa durante a Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil.

Sergio começou com as pinturas na Copa do Mundo de 2014 - Crédito: Reprodução/arquivo pessoal
Sergio começou com as pinturas na Copa do Mundo de 2014 – Crédito: Reprodução/arquivo pessoal

Nas Copas do Mundo de 2018 e 2022, Sergio decidiu expandir suas pinturas para a rua José Lélis, localizada no bairro Santa Mônica.

Em 2018, Sergio reuniu a família e pintou rua de Uberlândia - Crédito: Reprodução/arquivo pessoal
Em 2018, Sergio reuniu a família e pintou rua de Uberlândia – Crédito: Reprodução/arquivo pessoal

Sergio contou com a ajuda da vizinhança

O uberlandense ainda contou que a pintura teve uma ajuda financeira da vizinhança. Alguns vizinhos fizeram algumas doações em dinheiro para a compra das tintas. Para o técnico em sinalização viária, o momento vai além da pintura em si, sendo considerado um espaço de conexão entre pais e filhos.