Paulo Sérgio diz que prefeitura pretende assumir as marginais de trechos urbanos das BRs 050 e 365
Anúncio foi feito pelo prefeito Paulo Sérgio após reunião com o Ministro dos Transportes em Brasília
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O prefeito de Uberlândia, Paulo Sérgio Ferreira, afirmou hoje (11) que a prefeitura pretende assumir a responsabilidade pelas vias marginais de trechos urbanos das BRs 050 e 365 que cortam a cidade. Poderão passar para o controle da administração municipal, por exemplo, as marginas das avenidas Minervina Cândida de Oliveira e Paulo Roberto da Cunha Santos.
A informação foi dita pelo prefeito após uma reunião hoje em Brasília no Ministério dos Transportes. Paulo Sérgio e o secretário municipal de Infraestrutura, Guilherme Silveira, se encontraram com o ministro Renan Filho e apresentaram o mapa viário das rodovias federais que passam pela cidade.
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O que disse Paulo Sérgio
Essa transferência de responsabilidades, no entanto, está condicionada a investimentos que o Governo Federal se comprometeu a fazer nesses trechos. São eles, o viaduto no Trevo Osvaldo de Oliveira, que fica em frente ao Posto Espigão, próximo da Ponte do Vau e a recuperação de todo o trecho urbano das BRs 050 e 365, um investimento da ordem de R$ 86 milhões.
Apesar da boa notícia dos novos investimentos, se de fato forem viabilizados, o assunto levanta polêmica sobre o orçamento que o Município terá que destinar para fazer a manutenção das rodovias quando assumir a responsabilidade por elas.
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Nos primeiros anos, provavelmente, não será uma quantia tão volumosa, já que as vias serão recuperadas pelo Governo Federal e diversas obras serão feitas nos locais, mas depois pode demandar de muito dinheiro.
O lado positivo é que a resposta para problemas recorrentes tende a ser mais rápida. A Av. Minervina Cândida de Oliveira, por exemplo, é conhecida por frequentes alagamentos quando fortes temporais atingem a cidade e, muitas vezes, a via demora a ser recuperada, aguardando providências do Dnit, atual responsável pelo trecho.
Outras questões como falta de iluminação, capina e sinalização também tendem a ter respostas mais rápidas com a prefeitura fazendo a gestão. Mas, para tudo isso, depende de dinheiro.