Prêmio Região do Cerrado Mineiro vai eleger os melhores cafés

A premiação deve reconhecer os melhores grãos da região; Prêmio Região do Cerrado Mineiro ocorre no Center Convention, em Uberlândia

, em Uberlândia

Acontece na noite desta quarta-feira (19) a 13ª edição do Prêmio Região do Cerrado Mineiro, um evento que reconhece os melhores cafés produzidos sob a Denominação de Origem e reforça o protagonismo da região no cenário global de cafés especiais. A cerimônia acontece a partir das 18h, no Center Convention, em Uberlândia.

Café representando o Prêmio Região do Cerrado Mineiro
Cerimônia estreia o protocolo internacional da Specialty Coffee Association e reforça o protagonismo da cafeicultura regional – Crédito: Freepik/Reprodução

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O evento deste ano alcançou um recorde de participação, com 714 amostras inscritas, superando as 547 do ano anterior. O número confirma o crescente engajamento dos produtores e das cooperativas com a valorização da origem controlada, da qualidade e da sustentabilidade.

A Região do Cerrado Mineiro, composta por 55 municípios e responsável por cerca de 6 milhões de sacas por safra (12,7% da produção nacional), é pioneira no país na obtenção da Denominação de Origem.

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Novidades e estreia internacional

Além de premiar os melhores cafés nas categorias Natural, Cereja Descascado e Fermentado, o evento promove o reconhecimento de iniciativas que vão além da xícara. Serão entregues os Troféus Escola de Atitude e Atitude Sustentável, valorizando projetos socioambientais e educacionais.

A edição de 2025 traz inovações importantes. Uma das novidades é a estreia da categoria “Doce Cerrado Mineiro”, dedicada a cafés naturais com perfil sensorial típico e valorizado pelos consumidores, apresentando notas que remetem a chocolate, caramelo e amêndoas.

O 13º Prêmio também faz história ao ser o primeiro do Brasil a utilizar o Coffee Value Assessment (CVA), o novo protocolo de avaliação sensorial da Specialty Coffee Association (SCA). O método, aplicado na nova categoria, oferece mais precisão e transparência na análise de cafés especiais, avaliado por um júri especializado sob a coordenação do Prof. Dr. Leandro Paiva, do Instituto Federal do Sul de Minas.