Trump confirma morte de militar baleada próximo à Casa Branca
Sarah Beckstrom, de 20 anos, morreu na quinta-feira (27); suspeito do crime é um afegão de 29 anos, que foi preso
Morreu a militar da Guarda Nacional dos Estados Unidos que foi baleada nas proximidades da Casa Branca, na tarde de quarta-feira (26), segundo o presidente Donald Trump. A vítima foi identificada como Sarah Beckstrom, de 20 anos. O outro militar que foi baleado, identificado como Andrew Wolfe, de 24 anos, segue hospitalizado em estado grave.
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“Devo, infelizmente, lhe dizer que, apenas segundos antes de começar, agora mesmo, ouvi que Sarah Beckstrom, de West Virginia, uma das guardas que estamos falando, uma jovem e magnífica pessoa muito respeitada, começou o serviço em junho de 2023, excelente de todos os modos, ela acabou de morrer”, comentou Trump no comunicado na quinta-feira (27).
Segundo Trump, o suspeito do crime foi preso, o afegão Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos. O presidente norte-americano também informou que o homem chegou aos Estados Unidos em setembro de 2021.
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O tiroteio próximo à Casa Branca
O tiroteio ocorreu quando o homem se aproximou de dois agentes da Guarda Nacional e abriu fogo, segundo três fontes policiais. Ele teria disparado primeiro contra um militar que estava mais próximo e, em seguida, atingido o segundo, que tentou se proteger atrás de um ponto de ônibus. Houve troca de tiros. Os militares e o suspeito acabaram feridos.
O Serviço Secreto ordenou que todos os jornalistas presentes na Casa Branca entrassem imediatamente no prédio, enquanto ruas próximas eram bloqueadas. A sede do governo chegou a ser colocada em alerta vermelho, nível máximo que indica risco potencial à vida, reduzido posteriormente para o nível laranja.
