Suspeitos de envolvimento em homicídio e incêndio de ônibus são ouvidos e liberados pela Polícia Civil
Motorista que faria o reconhecimento de um dos envolvidos não compareceu à delegacia e alegou problemas com a liberação do trabalho
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A Polícia Civil ouviu, nesta terça-feira (15), dois suspeitos de envolvimento no homicídio e no incêndio de ônibus ocorridos recentemente, mas ambos foram liberados após o depoimento.
Um dos suspeitos foi solto por falta de evidências que o relacionassem aos crimes. O motorista do ônibus, que iria fazer o reconhecimento de um dos suspeitos, não compareceu à delegacia, justificando que não conseguiu liberação da empresa onde trabalha. Ele deve ser ouvido nesta quarta-feira (16), às 15 horas. A investigação segue em andamento.
De incêndio a ônibus a homicídio: entenda o caso
Após o incêndio de ônibus do transporte urbano de Uberlândia, no bairro Santa Rosa, a polícia conseguiu prender dois suspeitos pelo crime. A informação foi confirmada na manhã desta terça-feira (15).
De acordo com a PM, os suspeitos ainda podem ter ligação com o homicídio registrado no bairro Nossa Senhora das Graças, também no setor norte da cidade. O corpo da vítima, do sexo feminino, foi encontrado em um terreno baldio quando os militares rastreavam a região em busca dos incendiários.
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Quando a polícia buscava por informações sobre o incêndio de ônibus, recebeu informações de que um homem armado apontava repetidamente a arma para um terreno e para outras pessoas que ali estavam, possivelmente usuárias de drogas. Junto ao suspeito armado, apareceram outros dois homens com pedaços de pau, que também entraram no terreno e saíram logo após.
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Com as características dos suspeitos, incluindo a informação de que um deles usava tornozeleira eletrônica, os militares iniciaram a busca.
Um dos homens, de 41 anos, foi localizado em uma área de mata, frequentada por usuários de drogas. Ele alegou que sua tornozeleira havia descarregado durante a madrugada e, por isso, não estava funcionando.
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Durante o interrogatório, o suspeito afirmou ainda que havia ido ao local do homicídio da mulher em busca de um agressor que supostamente teria tentado abusar de mulheres na região. De acordo com o relato dele, a pessoa fugiu e ele teria deixado o local na companhia de outros três homens.
Ele confessou que portava uma arma de fogo e a entregou a um comparsa após o incidente. No entanto, negou envolvimento tanto no homicídio quanto no incêndio a ônibus.