Saiba como o único sobrevivente da queda de avião na Índia se salvou
Voo levada a bordo 242 pessoas, e apenas um passageiro, do assento 11A, sobreviveu e desafia as leis da física
A queda de um avião Boeing 787-8 da Air India abalou o mundo nesta quinta-feira (12). O acidente aconteceu logo após a decolagem do Aeroporto Internacional Sardar Vallabhbhai Patel, em Ahmedabad, no estado de Gujarat. A aeronave do voo AI171, com destino a Londres, levava a bordo 242 pessoas, sendo 230 passageiros e 12 membros da tripulação, e apenas um passageiro, do assento 11A, sobreviveu.

Horas depois do acidente, a companhia aérea confirmou que o único sobrevivente foi o britânico Vishwash Kumar Ramesh. Ele viajava de volta para o Reino Unido, após passar um período com parentes na Índia, e estava acompanhado do irmão no momento do voo.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, Ramesh aparece caminhando logo após a queda do avião, como se nada tivesse acontecido.
Como sobreviveu?
De acordo com Vadhi Chaudhary, policial sênior em Ahmedabad, o britânico conseguiu escapar ao saltar pela saída de emergência do avião. “Ele estava perto da saída e conseguiu escapar saltando da porta de emergência”, relatou o policial
Em entrevista ao veículo indiano, Ramesh descreveu os momentos de terror que viveu a bordo. “Trinta segundos após a decolagem, houve um barulho alto e o avião caiu. Tudo aconteceu muito rápido. Quando me levantei, havia corpos por todos os lados. Fiquei com medo. Levantei-me e corri, havia pedaços do avião por todos os lados”, afirmou
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Assento 11A
Em 2015, a revista norte-americana Time publicou um estudo baseado em 35 anos de registros de acidentes aéreos da Agência Federal de Aviação dos EUA (FAA). A análise revelou que os passageiros localizados na parte traseira dos aviões apresentavam maior chance de sobreviver em caso de acidente.
O levantamento apontou uma taxa de mortalidade de 32% para quem se sentava na parte de trás da aeronave, enquanto os ocupantes do meio registravam 39% e os da frente, 38%. O estudo destacou ainda que os assentos centrais das fileiras, especialmente na seção traseira do avião, apresentavam a menor taxa de mortalidade: 28%.
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Contrariando estatísticas, o sobrevivente estava em um lugar bem à frente das asas, em uma das áreas consideradas menos seguras em casos de queda. O que reforça que estas estatísticas não implicam em sobrevivência ou morte, e que acidentes como este possuem diversos fatores que levam à aleatoriedade.