Polícia encontra “esconderijo” com veículos roubados e R$ 400 mil em materiais
Imóvel em assentamento era usado para ocultar carros furtados e materiais de origem criminosa; investigação começou após roubo de motorista de aplicativo
Uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais revelou um esquema de ocultação de veículos roubados em Uberlândia e outros materiais ilegais avaliados em cerca de R$ 400 mil. A ação aconteceu na noite desta quinta-feira (19), após dias de investigação conduzida pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos.
O ponto central da operação foi um imóvel localizado no Assentamento Renovação, que vinha sendo utilizado como espécie de “depósito clandestino” para esconder veículos e objetos provenientes de crimes.

📲 Siga o canal de notícias do Paranaíba Mais no WhatsApp
Veículos roubados em Uberlândia levam polícia até o local
As investigações começaram após o roubo de um carro utilizado por um motorista de aplicativo, ocorrido no dia 14 de março, no bairro Brasil. A vítima foi abordada por dois suspeitos armados, que levaram o veículo.
A partir desse caso, os investigadores intensificaram os levantamentos e, após três dias de investigações, chegaram ao imóvel onde o carro estava escondido.
No local, os policiais encontraram não apenas o veículo roubado, mas também outros automóveis com registro de furto e sinais de adulteração.
Carros furtados e materiais foram recuperados
Durante a ação, foram localizados:
- Um VW Polo roubado dias antes
- Uma Fiat Ducato furtada no bairro Shopping Park em 2025
- Uma Fiat Strada furtada no bairro Jardim Brasília em fevereiro deste ano
- Uma carretinha com identificação removida
Além dos veículos, os policiais também encontraram bobinas de fiação de alta voltagem e defensivos agrícolas, produtos que haviam sido levados de empresas da região nas últimas semanas.

Investigação segue para identificar envolvidos
A PC agora trabalha para identificar os responsáveis pelo esquema, que pode estar ligado a uma associação criminosa atuante em Uberlândia e região. A suspeita é de que o local funcionava como ponto estratégico para ocultar e possivelmente preparar os veículos para revenda ilegal ou desmanche.