Pickpockets em Uberlândia: PC apreende dezenas de carteiras furtadas

Associação criminosa familiar alvo das investigações atua em locais de grande aglomeração e focando em pessoas em vulnerabilidade, especialmente idosas

, em Uberlândia

Uma operação realizada pela Polícia Civil apreendeu 53 carteiras e bolsas de pequeno porte furtadas por “pickpockets” em Uberlândia – termo associado a batedores de carteira. Também foram recuperados relógios e itens que são comumente usados por pessoas idosas.

Segundo a PC, a quantidade de objetos recuperados reforça que o grupo atuava de forma estruturada, escolhendo vítimas em situação de vulnerabilidade em locais de grande circulação.

carteiras, relogios e itens furtados por pickpockets em Uberlândia
Operação recuperou diversos itens furtados por Pickpockets em Uberlândia – Crédito: PCMG/Reprodução

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Operação começou em Juiz de Fora

A Operação Pickpockets Family foi inicialmente deflagrada na última quarta-feira (11) em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Na primeira fase, cinco pessoas, sendo duas mulheres e três homens, foram presos suspeitos de participarem de uma organização criminos envolvida em furtos na região central da cidade, com grande movimentação de usuarios do transporte coletivo.

Outras cidades também passaram a ser vistoriadas pelas equipes da PC, que em sua segunda fase cumpriu mandados em Uberlândia, com apoio das equipes de Juiz de Fora.

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Além de Juiz de Fora e Uberlândia, o grupo é suspeito de agir em Governador Valadares, Ipatinga e Barbacena. Cinco integrantes da associação criminosa já haviam sido presos em flagrante no último dia 11.

As prisões em flagrante já foram convertidas em preventivas pela Justiça, que também determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados para garantir a reparação dos prejuízos às vítimas.

Pickpockets em Uberlândia: o que significa o termo?

O termo que dá nome à operação vem da língua inglesa e, em tradução direta, significa “batedor de carteira”. O nome geralmente é utilizado para definir criminosos que utilizam a agilidade manual para furtar objetos de valor, como celulares, dinheiro e carteiras, diretamente dos bolsos ou bolsas das vítimas sem que elas percebam o contato físico. Na investigação atual, a Polícia Civil aponta que a família agia exatamente dessa forma, aproveitando aglomerações em diversas cidades mineiras.

A PC orienta que pessoas que tenham sido vítimas de furtos com essas características e que reconheçam objetos apreendidos (como bolsas pequenas e relógios específicos) devem procurar a delegacia mais próxima para formalizar o reconhecimento.