Operação Quebrando a Banca mira lavagem de dinheiro ligada a jogos ilegais em Uberlândia
Ação integrada do Ministério Público e forças de segurança cumpre mandados em Uberlândia e Itumbiara para desarticular organização criminosa
Uma força tarefa integrada por várias polícias e o Ministério Público realizou, na manhã desta sexta-feira (30), a Operação Quebrando a Banca, que cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro ligada à exploração de jogos de azar e do jogo do bicho. As ações ocorreram em Uberlândia (MG) e Itumbiara (GO).

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A operação tem como foco a coleta de provas para comprovar um esquema de ocultação e dissimulação de recursos obtidos de forma ilícita, supostamente movimentados a partir da exploração de jogos ilegais na região do Triângulo Mineiro.
Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), as investigações apuram crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de contravenções penais relacionadas à prática de jogos de azar, loteria clandestina e jogo do bicho, previstas na legislação federal e no Decreto-Lei das Contravenções Penais.
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Coordenada pelas 13ª e 18ª Promotorias de Justiça de Uberlândia e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a operação contou com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais, da Polícia Civil, da Polícia Penal e de forças de segurança do Estado de Goiás.
A Operação Quebrando a Banca mobilizou quatro promotores de Justiça, cerca de 30 policiais militares, três policiais civis, seis policiais penais, além de servidores e colaboradores do Ministério Público. Em Goiás, o cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio do Gaeco, da Polícia Militar e da Polícia Penal goiana.