Líder religioso é acusado de aplicar golpe e furtar joia durante retiro em Patos de Minas

No período de recolhimento, o líder religioso teria solicitado acesso ao aplicativo da conta bancária, afirmando que faria um empréstimo de R$ 3 mil

, em Uberlândia

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Uma mulher de 52 anos procurou a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) na terça-feira (29) para denunciar uma possível fraude financeira, em Patos de Minas.

Segundo o relato, um homem de 30 anos, responsável por sua orientação religiosa, teria utilizado o acesso ao aplicativo bancário dela para contratar um empréstimo sem autorização.

De acordo com a provável vítima, na época ela estava em um retiro religioso, por cerca de 15 dias, e permanecia sem acesso ao telefone e a outros meios de comunicação.

líder religioso PCMG Patos
O caso deverá ser investigado pela PCMG de Patos de Minas – Crédito: Reprodução/ redes sociais

Líder religioso é acusado

No período de recolhimento, o suspeito teria solicitado acesso ao aplicativo da conta bancária, afirmando que faria um empréstimo de R$ 3 mil e que seria responsável pelo pagamento posteriormente.

No entanto, após o fim do retiro, a mulher verificou a movimentação da conta e descobriu que havia sido contratado um empréstimo de R$ 6 mil, dividido em 12 parcelas de R$ 700,44.

O caso ocorreu em julho deste ano, mas somente nesta terça (29) que a mulher procurou a PMMG para denunciar o suposto golpe financeiro.

Homem chegou a pagar duas parcelas

Ainda conforme o relato da mulher, o valor teria sido transferido para uma conta bancária de titularidade do homem. Ele teria se comprometido a assumir o pagamento e chegou a quitar duas parcelas, mas depois deixou o imóvel onde funcionavam as atividades religiosas.

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Corrente de ouro também teria desaparecido

Além da possível fraude financeira, a mulher informou à PM que uma corrente de ouro teria desaparecido durante o período em que permaneceu no retiro.

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A vítima recebeu orientação para procurar a Delegacia de Polícia Civil, onde deverá apresentar as informações e documentos necessários para a investigação do caso.

Possível fraude

O caso é tratado como possível fraude pela PMMG, e as circunstâncias deverão ser apuradas pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Até o momento, ninguém foi preso.

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