Criminosos usam mensagens falsas para aplicar golpes em nome do Procon Uberlândia
Com links maliciosos e notificações de audiências fakes, golpistas se passam por servidores para enganar moradores
O Procon Uberlândia emitiu um alerta nesta terça-feira (27) sobre uma onda de golpes aplicados por criminosos na região. Através de mensagens enviadas por WhatsApp, e-mail e outros meios digitais, golpistas estão se passando por servidores do órgão para subtrair dados pessoais e financeiros dos consumidores.

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A estratégia dos criminosos consiste no envio de notificações de audiências inexistentes, protocolos falsos ou solicitações de atualização cadastral. Geralmente, as mensagens contêm links genéricos e utilizam um tom de urgência para induzir a vítima ao erro.
A superintendência esclarece que não realiza esse tipo de abordagem por aplicativos de mensagens sem autorização prévia ou em horários incomuns.
Como identificar a fraude
Para não cair nos golpes do Procon, o cidadão deve estar atento à origem das mensagens. As comunicações oficiais da Prefeitura de Uberlândia são feitas exclusivamente por domínios institucionais, terminados em @uberlandia.mg.gov.br. Além disso, o órgão não autoriza empresas terceiras a falarem em nome da superintendência ou de seus fiscais.
O Procon recomenda que, ao receber qualquer contato suspeito, o consumidor não clique em links ou forneça senhas. A orientação é verificar a procedência diretamente nos canais oficiais:
- Telefone: Disque Procon 151
- E-mail oficial: [email protected]
- Atendimento presencial: Sede do Procon Uberlândia
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O que fazer se for vítima
Caso o consumidor já tenha interagido com os golpistas ou fornecido dados, a recomendação das autoridades de segurança é a confecção imediata de um Boletim de Ocorrência junto à Polícia Militar ou via Delegacia Virtual. O registro é essencial para investigações futuras e para a proteção jurídica da vítima.
O monitoramento de tentativas de fraude tem sido intensificado em Minas Gerais, uma vez que criminosos aproveitam a credibilidade de instituições públicas para dar veracidade aos ataques cibernéticos.