Caso Daiane Alves: PC aguarda laudos periciais para avançar nas investigações
Polícia Civil ainda apura dinâmica completa do crime e aguarda esclarecimentos após finalização dos laudos periciais
A Polícia Civil de Goiás informou que as investigações sobre a morte de Daiane Alves Souza continuam em andamento e dependem agora da conclusão dos laudos periciais para o avanço do inquérito.
Em nota, a corporação confirmou que diversas diligências seguem sendo realizadas, com apoio da Polícia Técnico-Científica, para esclarecer completamente as circunstâncias do crime.

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Como segue a apuração do caso de Daiane Alves
Entre os avanços já confirmados está a localização e apreensão do aparelho celular de Daiane Alves, que passa por análise técnica. Segundo a Polícia Civil, detalhes sobre esse material não serão divulgados neste momento para não comprometer o andamento das investigações.
O documento pericial, emitido no dia 3 de fevereiro de 2026, aponta que Daiane morreu em decorrência de um ferimento grave na cabeça, provocado por disparo de arma de fogo. O laudo classifica a morte como homicídio.

O corpo de Daiane Alves foi sepultado na tarde desta quarta-feira (4), no Cemitério Parque dos Buritis, em Uberlândia. A liberação e o sepultamento do corpo de Daiane Alves só foram possíveis após as investigações e a confissão do síndico do prédio onde ela residia, em Caldas Novas.
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Relembre o crime
Daiane Alves desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025. O corpo foi localizado em 28 de janeiro, em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas, após o síndico do prédio onde ela morava confessar o crime e indicar o local às autoridades.

De acordo com a Polícia Civil, Cléber Rosa de Oliveira, síndico do condomínio, confessou o homicídio. Ele e o filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos. O pai é apontado como autor do crime, enquanto o filho é investigado por tentativa de atrapalhar as investigações.
As apurações seguem em andamento para esclarecer a dinâmica completa do homicídio, já que ainda restam dúvidas sobre onde a vítima foi morta e se houve a participação de mais pessoas além do síndico, que também é mineiro de Araxá (MG).