Caso Daiane Alves: condomínio define novo gestor após prisão de síndico

Reunião on-line com mais de 80 proprietários escolheu subsíndico temporário para garantir funcionamento do prédio até assembleia decisiva no dia 19

, em Uberlândia

Mais um capítulo no caso Daiane Alves. Após a prisão do síndico Cléber Rosa, que confessou matar a corretora uberlandense, moradores do condomínio Amethist Tower, em Caldas Novas (GO), se mobilizaram para evitar prejuízos na administração do prédio. Em reunião virtual realizada na noite desta segunda-feira (2), com a participação de mais de 80 proprietários, foi definida uma gestão provisória para assegurar o pagamento de funcionários e a continuidade dos serviços básicos.

Caso Daiane Alves

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A reunião foi convocada por meio de edital e contou com a participação dos donos de apartamentos. Ao final do encontro, foi decidido que José Rita de Oliveira, presidente do Conselho Fiscal, proprietário de uma unidade no prédio e dono de uma imobiliária, assumirá de forma temporária a função de subsíndico, com poderes para conduzir as rotinas administrativas mais urgentes.

Segundo ele, a medida foi necessária para evitar que pendências se acumulassem. “A prioridade é manter os pagamentos em dia e garantir que o condomínio continue funcionando normalmente”, afirmou.

Gestão temporária até nova assembleia

O mandato provisório segue até o dia 19 de fevereiro, às 9h, quando será realizada uma assembleia extraordinária para oficializar a destituição de Cléber Rosa do cargo de síndico e eleger um novo representante para a função.

O condomínio possui 175 apartamentos, o que, segundo José Rita, torna indispensável uma administração ativa para evitar prejuízos coletivos, “Assim que a ata for registrada, poderei dar andamento aos pagamentos e às manutenções necessárias”, disse.

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Família acompanha liberação do corpo de Daiane 

Paralelamente às decisões administrativas no condomínio, a Polícia Científica confirmou a identificação do corpo de Daiane Alves, que já foi liberado à família. Os parentes seguem para Goiânia para acompanhar o translado e os preparativos do sepultamento, que será realizado em Uberlândia. O caso continua sob investigação.