Uberaba registra mais duas mortes por dengue e Triângulo soma 44 óbitos

Segundo Boletim Epidemiológico, Minas Gerais chega a 59 mortes pela doença neste ano, com o Triângulo liderando em óbitos

, em Uberlândia

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A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais atualizou nesta sexta-feira (9) os dados sobre a dengue no estado. Com mais duas mortes confirmadas em Uberaba, o número de vítimas da doença na cidade subiu para 13 neste ano. Em todo o Estado, já são 59 óbitos por dengue registrados oficialmente.

Mosquito Aedes aegypti pode se desenvolver em ambientes internos, onde o calor e a umidade permanecem estáveis – Crédito: Divulgação

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O Triângulo Mineiro continua sendo a região mais atingida, concentrando 44 das 59 mortes — cerca de 75% do total. Uberlândia lidera o ranking estadual com 18 mortes confirmadas, seguida de Uberaba (13), Frutal (4), Iturama (3), Itapagipe (2), Limeira do Oeste (1), União de Minas (1), Conceição das Alagoas (1) e Ituiutaba (1).

Outras regiões também registram casos fatais: o Noroeste mineiro contabiliza 5 mortes (sendo 4 em Patos de Minas e 1 em Carmo do Paranaíba); o Leste do Sul tem 4 (3 em Ponte Nova e 1 em Viçosa); o Sudoeste, 3 (2 em Monte Santo de Minas e 1 em Areado); o Sudeste, 2 (1 em Além Paraíba e 1 em Juiz de Fora); e o Centro do estado registra 1 óbito, em Sete Lagoas.

Mesmo com a chegada do outono e a queda das temperaturas, especialistas reforçam que o risco de transmissão da dengue continua alto.

O mosquito Aedes aegypti pode se desenvolver em ambientes internos, onde o calor e a umidade permanecem estáveis — especialmente em locais com água parada, como vasos de plantas, calhas, ralos e reservatórios mal vedados.

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Uberlândia

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia, onde o número de mortes segue como o mais alto de Minas, já foram registrados mais de 36 mil atendimentos por dengue em 2025. Do total, 18.284 pacientes passaram por salas de hidratação e 2.197 precisaram de internação.

As prefeituras seguem realizando ações preventivas, como visitas domiciliares, bloqueios de transmissão, vistorias em imóveis abandonados e recolhimento de pneus. Ainda assim, o poder público reforça que o combate à dengue depende principalmente da colaboração da população em eliminar os focos do mosquito dentro de casa.

Com informações de Giovanna Abelha