Casos de dengue sobem em Minas Gerais e Triângulo Mineiro
Estado soma mais de 20 mil casos confirmados de dengue e 34 mil prováveis
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O estado de Minas Gerais contabiliza 20.268 casos de dengue, além de 34.688 registros prováveis da doença. Até esta quinta-feira (6), nove mortes foram confirmadas e outras 42 estão em investigação.
Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), que também aponta 3.400 casos confirmados de chikungunya, com um óbito confirmado e outro sob análise. Já a zika apresenta números mais baixos, com 17 casos prováveis, dois confirmados e nenhuma morte registrada.

As ocorrências de dengue, chikungunya e zika também seguem aumentando no Triângulo Mineiro, com milhares de infecções confirmadas e várias mortes em investigação.
Nesta região, Uberlândia lidera o número de casos de dengue, com 4.705 confirmações, 14 prováveis, 5 óbitos em investigação e 3 confirmados. A cidade também tem 2.643 casos confirmados de chikungunya, 2 em investigação e nenhum óbito. Não há registros de zika.
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Já em Uberaba, são 387 casos confirmados de dengue, 4.159 prováveis, 6 mortes em análise e 1 confirmada. A chikungunya tem 3 casos confirmados e 15 em investigação, enquanto a zika não tem registros.
Patos de Minas registra 373 casos confirmados de dengue, 584 prováveis e nenhum óbito. Há 3 casos prováveis de chikungunya e nenhum confirmado, e a zika não tem casos.
Em Araguari, são 136 casos confirmados de dengue, 272 prováveis e nenhum óbito. A chikungunya tem 91 casos prováveis e 4 confirmados, enquanto a zika não tem registros.
Araxá tem 82 casos confirmados de dengue, 110 prováveis e nenhuma morte. Não há casos de chikungunya ou zika na cidade.
Ituiutaba soma 125 casos confirmados de dengue, 268 prováveis e 1 óbito em investigação. São 6 casos prováveis e 2 confirmados de chikungunya, além de 1 caso provável de zika.
Já Patrocínio tem 107 casos confirmados de dengue, 584 prováveis e nenhum óbito. Foram registrados 2 casos prováveis e 1 confirmado de chikungunya, sem casos de zika.
As autoridades de saúde reforçam a necessidade de eliminar criadouros do Aedes aegypti, evitar água parada e utilizar repelentes.
A vacinação contra a dengue já começou em alguns municípios, priorizando grupos de risco. Ao menor sinal de febre alta, dores no corpo e manchas na pele, a recomendação é buscar atendimento médico imediato.
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