Última chance para regularizar o título é nesta segunda-feira (19)
Mais de 5 milhões de brasileiros correm risco de ter o documento cancelado, sendo 22 mil de Uberlândia e 500 mil casos em Minas Gerais
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O prazo para regularizar o título de eleitor termina nesta segunda-feira (19). Mais de 5 milhões de brasileiros que não votaram nem justificaram ausência nas últimas três eleições, e que não pagaram a multa, correm o risco de ter o documento cancelado, segundo a Justiça Eleitoral.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 5 milhões de eleitores em todo o país ainda não regularizaram a situação e estão em risco de perder o direito ao voto e outros documentos civis importantes.
Mais de 22 mil eleitores de Uberlândia podem ter títulos cancelados e em todo o estado de Minas Gerais são mais de 500 mil casos do tipo.
A regularização pode ser feita online, pelo site do TSE ou pelo aplicativo e-Título.
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Como saber se meu título está irregular?
Para verificar a situação eleitoral, o eleitor pode acessar o site do TSE ou do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da sua região. No portal, basta seguir o caminho:
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Acessar tse.jus.br
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Ir até o menu “Serviços eleitorais”
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Selecionar “Autoatendimento eleitoral”
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Clicar em “Débito eleitoral”
Se houver pendências, o sistema indicará em quais eleições o cidadão deixou de votar ou justificar.
Como regularizar o título?
A regularização pode ser feita online, por meio do site do TSE ou do aplicativo e-Título, disponível para Android e iOS. Também é possível comparecer presencialmente a um cartório eleitoral.
Para quitar os débitos, o eleitor deve gerar e pagar a multa — o valor é de R$ 3,51 por turno não justificado. Após o pagamento, a situação é atualizada automaticamente.
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O que acontece se o título for cancelado?
Quem tiver o título cancelado pode enfrentar restrições importantes, como:
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Ficar impedido de votar nas próximas eleições;
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Não poder tirar passaporte ou carteira de identidade;
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Ser barrado em concursos públicos e na posse de cargos;
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Ter dificuldades para obter empréstimos em bancos públicos;
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Ficar impossibilitado de matricular-se em universidades públicas ou programas sociais do governo.