Trio que espancou motorista na frente do filho em Uberlândia é condenado

Réus espancaram vítima com socos, garrafada e chutes na frente da namorada e do filho pequeno em 2013; réus pegaram 6 anos de reclusão em regime semiaberto

, em Uberlândia

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Três homens foram condenados por uma tentativa de homicídio qualificado registrada no final de agosto de 2013 no bairro Lídice, em Uberlândia. 

A vítima, que estava na companhia da namorada e filho pequeno, foi agredida com chutes na cabeça e corpo pelos agressores após ter o carro perseguido por conta de um adiscussão de trânsito.

Bairro lídice, região em que trio espancou motorista
Bairro lídice, região em que trio espancou motorista – Crédito: Google Maps/Reprodução

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Relembre o caso: treio espancou motorista na frente da famíla

De acordo com a denúncia contida nos autos do processo, o crime ocorreu na madrugada do dia 31 de agosto de 2013, na Rua Rodolfo Correia, no bairro Lídice.

Os réus Adriano Souza Almeida, Mateus Felicíssimo de Oliveira e Marcos André da Silva Júnior perseguiram e interceptaram o veículo onde a vítima, Guilherme Ranley Garcez Ferreira, viajava acompanhada da namorada e do filho de apenas 3 anos de idade, após uma discussão de trânsito.

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O documento ainda relata que a vítima, temendo pela segurança da família, desceu do veículo e foi imediatamente atacado pelo trio. Adriano desferiu um soco no rosto da vítima, seguido por Mateus, que golpeou a face de Guilherme com uma garrafa de vidro, derrubando-o ao solo.

Mesmo desacordado, Guilherme continuou sofrendo uma sequência de chutes na cabeça e pelo corpo por parte dos três agressores. O homicídio só não chegou a ser concretizado porque uma pessoa que passava no local empurrou os agressores e interrompeu a violência. A vítima sofreu fraturas graves na face, incluindo maxilar, mandíbula e perda de dentes, sendo socorrida às pressas.

Decisão do Júri e pena aplicada

Durante a sessão plenária, os jurados seguiram a tese ministerial, reconhecendo que o crime foi cometido por motivo fútil (gerado a partir de uma discussão banal de trânsito iniciada por provocações dos próprios acusados), além de qualificadoras como meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Diante do veredicto de culpa por tentativa de homicídio qualificado, os três réus, Marcos André da Silva Júnior, Mateus Felicíssimo de Oliveira e Adriano Souza Almeida, foram condenados à pena de 6 anos de reclusão, com cumprimento fixado inicialmente em regime semiaberto.

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