Há suspeita de cela compartilhada entre suspeito de matar gari e homem que matou mãe

Informações indicam que Renê Júnior, acusado de matar o gari, e Matteos França, suspeito de assassinar a mãe, estariam no mesmo espaço no presídio; casos tiveram grande repercussão em Belo Horizonte

, em Uberlândia

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Circula especulações de que o suspeito de matar o gari e homem que confessou matar a mãe estejam dividindo a mesma cela no Presídio de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, é investigado pela morte do gari Laudemir  Fernandes. Já Matteos França Campos, de 32 anos, confessou ter assassinado a mãe, a professora Soraya Tatiana.

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Fotos de redes sociais do Renê Júnior e de Matteos França. O primeiro, suspeito de matar gari e o segundo, réu confesso de assassinar a mãe. Eles estariam em cela compartilhada no presídio de Caeté
Renê Júnior e Matteos França estariam compartilhando cela no Presídio de Caeté – Crédito: Redes Sociais/Reprodução

Apesar das informações de que os dois estariam isolados de outros detentos, ocupando a mesma cela, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) não confirma a informação. Em nota, o órgão informou que Renê Júnior foi admitido no presídio na quarta-feira (13) e que não repassa detalhes sobre custódia por questões de segurança.

Caso Renê Júnior

Renê Júnior foi preso na última segunda-feira (11) após ser apontado como autor do disparo que matou o gari Laudemir Fernandes durante uma discussão no trânsito em Belo Horizonte. O empresário nega ter cometido o crime. No boletim de ocorrência, ele afirmou que não participou do episódio e declarou que o carro utilizado estava registrado em nome da esposa. Investigação descobriu que a arma utilizada também estava no nome da esposa, que é delegada da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

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Caso Matteos França

Matteos França está no Presídio de Caeté desde 30 de julho, depois de duas transferências motivadas por ameaças que teria sofrido de presos em outros presídios. Ele confessou à Polícia Civil ter matado a mãe, a professora Soraya Tatiana, após uma discussão por questões financeiras. O corpo foi abandonado sob um viaduto em Vespasiano, na Grande BH.

Soraya Tatiana lecionava história no Colégio Santa Marcelina desde 2017 e era reconhecida pelo comprometimento com os alunos.

A possível divisão de cela entre os dois casos ainda não foi oficialmente confirmada.