CNU 2025 terá mudanças físicas nas provas para agilizar correções; entenda

A segunda edição do CNU, marcada para agosto de 2025, terá provas aplicadas simultaneamente em várias cidades

, em Uberlândia

A segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU), prevista para 2025, trará uma mudança no processo de identificação dos candidatos. A partir de agora, cada caderno de questões terá um código de barras único, lido automaticamente, substituindo o preenchimento manual do tipo de prova no cartão de resposta. A alteração foi comunicada nesta terça-feira (1º), pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Caderno de resposta do CNU é liberado para consulta nesta terça-feira (10) - Foto: Kauê Altrão/ Paranaíba Mais/ Arquivo Pessoal
Caderno de resposta do CNU é liberado para consulta nesta terça-feira (10) – Foto: Kauê Altrão/ Paranaíba Mais/ Arquivo Pessoal

A alteração, anunciada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), ocorre após relatos de erros na primeira edição, em agosto de 2024, quando alguns participantes esqueceram de marcar o modelo do gabarito.

O novo sistema visa agilizar a correção das provas e evitar falhas na identificação. O CNU 2, que unifica seleções para cargos públicos federais, terá provas aplicadas em agosto, conforme o MGI.

O Concurso Nacional Unificado (CNU) é um modelo inovador de seleção criado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para preencher vagas em órgãos e entidades do governo federal de forma centralizada.

Apelidado de “Enem dos Concursos”, ele realiza provas simultâneas em diversas cidades do Brasil, com o objetivo de facilitar o acesso ao serviço público e padronizar processos seletivos.

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Primeira Edição (2024)

A estreia do CNU ocorreu em 2024, com edital publicado em 10 de janeiro e provas aplicadas em 18 de agosto, após adiamento devido às chuvas no Rio Grande do Sul.

Foram oferecidas 6.640 vagas imediatas, distribuídas em oito blocos temáticos, abrangendo cargos de níveis médio e superior em 21 órgãos federais. Os salários iniciais chegaram a R$ 22,9 mil, dependendo do cargo.