Greve dos Correios chega ao fim em Minas Gerais após 14 dias de paralisação

Trabalhadores decidiram encerrar movimento nesta quinta-feira (24) após determinação do TST; greve dos Correios começou no dia 10 de setembro

, em Uberlândia

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Os trabalhadores dos Correios de Minas Gerais decidiram encerrar a greve da categoria nesta quinta-feira (24), após 14 dias de paralisação. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada depois de uma audiência no Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Além disso, o TST decidiu que a greve não é abusiva e definiu que os trabalhadores grevistas terão de compensar os dias parados.

greve dos correios
Grevistas em Belo Horizonte acompanhando a audiência do TST – Crédito: Reprodução/ Sintect-MG

Em entrevista ao Paranaíba Mais, Leonan Melo, diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos e Similares de Minas Gerais (Sintect-MG), confirmou que os profissionais devem retornar aos postos de trabalho nesta sexta-feira (25).

“Após assembleia geral do sindicato ficou definido que iremos voltar ao trabalho já nesta sexta-feira”, disse o diretor.

A greve dos Correios no estado mineiro pedia o fim das mudanças no modelo de custeio do plano de saúde (CorreiosSaúde) e a manutenção de direitos trabalhistas e gratificações previstos no acordo coletivo, ou seja, entre o sindicato e a empresa estatal.

Sindicatos em Minas Gerais

Sediado em Belo Horizonte, o Sintect-MG atua como a principal e maior entidade do estado. Ele representa a base central e a grande maioria dos municípios do território mineiro durante os grandes embates e negociações com a direção nacional dos Correios.

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Além do Sintect-MG, Minas Gerais conta com outros dois sindicatos, o Sintect-JFA, com autonomia da Zona da Mata e o Sintect-Ura, com atuação no Triângulo Mineiro. Apesar de todos os três sindicatos terem assinado a greve, algumas regiões não aderiram.

Uberlândia e Uberaba não aderiram

Apesar de aprovada pelo Sintect-Ura, não houve confirmação de adesão efetiva nas unidades de Uberlândia e Uberaba, nem informação sobre eventuais mudanças no atendimento e nas entregas locais.

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A reportagem entrou em contato com o Sintect-Ura e aguarda um posicionamento do sindicato.

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Matéria em atualização