Cansado demais? Falta de concentração? É falta de água no corpo!
Descubra como a água pode transformar sua saúde e bem-estar
Está com dor de cabeça? O humor vai de mal a pior? A concentração está lenta? O sono sumiu? Então, beba água. Hã? Exatamente.
Ah, mas eu não gosto de água. Quer saber como beber mais?
Pegue uma jarra cheia e um copo. Despeje o líquido e beba. Pronto. A dica assertiva é da nutricionista Reila Satel. Não há outro caminho. Nosso organismo é feito de água e nós precisamos dela para que ele funcione de forma equilibrada. E vamos combinar: nem tudo a gente gosta de fazer, mas está na hora de ativar o adulto que há em nós para as necessidades que temos que admitir e cumprir.

Aquela lista do início da nossa conversa traz os sinais de que o corpo está desidratado. E se não houver atenção e cuidado, algumas doenças podem aparecer. É sério! Para você ter uma ideia, deixar de beber água por dias ou substituí-la por refrigerantes, energéticos e etc., pode levar a pessoa ao diabetes, aumento do colesterol, sem contar que fazer de conta que a água não existe traz mau hálito e a pele envelhece.
A abençoada água hidrata os olhos, o aparelho digestivo funciona melhor e até o cérebro agradece. E sem ela, pode contar que pedras vão se formar nos rins e emagrecer vira uma missão impossível.
O corpo é água!
Segundo a médica Larissa Soares, a composição de água de um bebê gira em torno de 75%. A composição de um adulto gira em torno de 60%.
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Daí você pergunta: e quanta água devo beber? A médica de família Larissa Soares explica que é individualizado. É preciso levar em conta o sexo, a saúde e outros critérios, porém há uma média. A conta é a seguinte: multiplique 30 ml pelo seu peso. Para te ajudar, seriam 2 litros e meio de água para mulher e 3 litros e meio para o homem.
Outra mãozinha nesse hábito para lá de saudável: tenha várias garrafinhas a tiracolo, saborize com gengibre, pau de canela, frutas e tenha lembretes a todo momento. Isso é amor-próprio.
Alerta: a médica de família Larissa Soares alerta que a ingestão de água para quem sofre com insuficiência cardíaca deve ser orientada pelo médico.