Que vergonha!
Um time covarde e uma geração medíocre proporcionaram um papelão nos EUA. Enquanto isso, Verdão sai na frente do Serra Branca e se aproxima das oitavas da Série D
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Eu tenho muito a falar sobre essa queda vergonhosa do Brasil na Copa do Mundo. Mas vou poupar você de ler impropérios nesse espaço tão nobre do jornalismo.
Eu só me limito a dizer que caímos como um time pequeno num torneio onde somos os maiores campeões. Onde um Cabo Verde foi eliminado de forma mais honrosa do que nós.
Perder um pênalti antes dos dez minutos de bola rolando, com um volante extremamente limitado sendo o responsável pela cobrança, é absurdo. Deixar um time sem tradição alguma como a Noruega mandar na partida, com mais que o dobro de posse de bola que nós, é o maior vexame dos últimos 60 anos num mundial.
Ser amassado pela Alemanha, de 7, em casa, doeu muito. Mas éramos iludidos com aquele time terrível do Felipão.
Cair nessas condições, tendo um time que conta com alguns dos melhores do mundo, e nem se dar ao trabalho de pressionar a saída de bola do adversário, é um vexame maior. Levando em conta ainda que perdemos pra um time de um cara só: Haaland é um monstro. Mas a Noruega é só ele.
O teatro infantiloide de Neymar no pênalti final é o retrato de uma geração mimada e fracassada, que não dá a mínima pro nosso legado nem pras estrelas que carregamos no peito. Cair ontem foi ótimo, pra não sermos humilhados por qualquer time lá na frente.
E Ancelotti, hein? Inventou com o horrível Martinelli de titular, aquele que não consegue pular pra dar uma cabeçada. Perdemos tempo, investimento e sonhos com essa porcaria de elenco. Reitero o que disse mesmo após as vitórias mentirosas sobre Haiti e Escócia: somos um bando em campo. Uma vergonha.
Em 2030, vamos ser todos trouxas de novo. E o hexa, duvido que vejamos em vida, meus amigos e minhas amigas.
TROUXEMOS A VANTAGEM… MAS MUITA CALMA!
O Uberlândia venceu o jogo de ida contra o Serra Branca pela 3ª fase da Série D. 1×0, gol de Tomás Bastos ainda no primeiro tempo, depois de duas defesas heroicas de Guilherme Nogueira. Esse rapaz que assumiu a meta depois de Jefferson Luis ter sentido no aquecimento não pode, em hipótese alguma, ser reserva nesse elenco.
Danilo fez bem, escalou Rayan como titular no lugar de Marcelo Augusto na zaga e bancou Léo Reis, dando lugar a Jhonatan Lima.
O Serra Branca quis fazer valer o mando de campo, mas não chegou na meta alviverde nenhuma vez no segundo tempo. Jogando em casa, teve apoio diminuto de sua torcida, mas é organizado e se quiser consegue fazer frente a nós.
Prevejo um domingo de fortes emoções. Mas precisamos demais do torcedor em campo. Porque agora cada mata-mata é uma guerra diferente. E precisamos compensar os anos perdidos com gestões incompetentes, apoiando uma SAF que fala demais mas trabalha certinho.
Temos vantagem, mas prevejo um jogo muito pegado na volta.
CAMPEÃ MINEIRA QUASE REBAIXADA

Depois do Ipatinga passar por um dos maiores vexames da história do futebol mineiro, agora é a vez da Caldense amargar um quase rebaixamento à terceira divisão de Minas Gerais. Um time ridículo que já orgulhou o interior no passado depende de um milagre pra se salvar na última rodada do Módulo II fim de semana.
Mas sábado e domingo passados, muita coisa se desenhou. O Patrocinense, pra variar, passou vergonha em casa e perdeu para o Guarani. Já o Uberaba fez 1×0 no Mamoré e complicou o Sapo na busca pela classificação, enquanto o Boa ainda sem técnico enfiou 3×1 na Caldense no Coleto de Paula e se complicou na briga.
O USC e o Boa já estão no mata-mata. CAP e Guarani estão quase lá. Mamoré precisa vencer em casa por muitos gols na última rodada pra avançar, mas faz um torneio muito ruim e não merece avançar.
Hoje as quartas teriam Uberaba x Guarani e Boa x Patrocinense. Mas definição mesmo só neste próximo “findi” com a rodada final.