MGC-452: rodovia terá ‘Pare e Siga’ para reforma de R$ 80 milhões
Trecho entre Tupaciguara e Araporã começa a ser reconstruído; obra deve ser entregue ainda em 2026

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O projeto prevê a reconstrução do asfalto ao longo do trecho e melhorias no escoamento da água da chuva, ajustes nas laterais da pista e nova sinalização. A expectativa do governo estadual é que os trabalhos avancem ao longo dos próximos meses e sejam concluídos até o fim do ano.
Trânsito lento marca primeiros dias de intervenção
Nos primeiros dias de obra, o sistema de “pare e siga” passou a ser adotado em pontos da rodovia, provocando retenções e exigindo mais tempo de deslocamento, principalmente nos horários de maior movimento.
A recomendação é que condutores redobrem a atenção e reduzam a velocidade ao se aproximarem dos trechos em obras.
A coordenadora regional do DER-MG em Uberlândia, Patrícia Metz, reforça o pedido. “Pedimos compreensão e paciência aos condutores, além do respeito à sinalização e às orientações dos operadores de tráfego. Essas medidas são essenciais para garantir a segurança de todos, tanto dos usuários da rodovia quanto das equipes que estão trabalhando no local”, completa.”
Trecho concentra fluxo pesado e histórico de desgaste
A MGC-452 é uma das rotas mais utilizadas do Triângulo Mineiro, com circulação intensa de caminhões ligados ao agronegócio e à indústria. O volume constante de veículos pesados contribuiu para o desgaste do pavimento ao longo dos anos, cenário que vinha sendo alvo de reclamações frequentes de usuários.
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A obra em andamento prevê a reconstrução do asfalto, além de melhorias na drenagem, nas laterais da pista e na sinalização. A proposta é aumentar a durabilidade da via e reduzir problemas recorrentes, como buracos e falhas no escoamento da água.
Impacto econômico está no centro da intervenção
A rodovia é considerada estratégica para o escoamento da produção regional. Municípios do Triângulo dependem da MGC-452 para transporte de grãos, insumos e mercadorias, além do deslocamento diário de trabalhadores.
Com a obra, a expectativa é de melhora na fluidez do trânsito e redução de custos logísticos no médio prazo. Especialistas do setor apontam que condições precárias de rodovias impactam diretamente no preço final dos produtos e na competitividade regional.