Caso do motociclista morto na JK avança e motorista é indiciado

Polícia Civil conclui inquérito sobre morte de entregador na avenida JK, em Patos de Minas, e aponta homicídio qualificado e outros crimes

, em Uberlândia

A investigação sobre o motociclista morto na avenida JK, em Patos de Minas, avançou com a conclusão do inquérito policial. A Polícia Civil (PC) indiciou o motorista envolvido no caso por homicídio qualificado, além de outros dois crimes relacionados ao veículo utilizado na ação.

O crime ocorreu no dia 13 de janeiro, quando um entregador de 29 anos morreu após ser atingido por um automóvel enquanto pilotava uma motocicleta na avenida Juscelino Kubitschek, uma das mais movimentadas da cidade. Câmeras de segurança registraram a ação:

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Motociclista morto na avenida JK: suspeito foi identificado e preso

De acordo com a PC, o suspeito, um homem de 47 anos, foi identificado após análise de imagens de câmeras de segurança, coleta de depoimentos e reconstituição dos fatos. As investigações apontaram que o acidente ocorreu de forma intencional.

Além do homicídio qualificado, o motorista também foi indiciado por adulteração de sinal identificador de veículo e falsificação de documento particular. Ele foi preso no dia 14 de janeiro e permanece custodiado no sistema prisional.

Investigação aponta tentativa de ocultar irregularidades

Segundo a apuração, o veículo envolvido no crime apresentava indícios de irregularidades, o que motivou o indiciamento por crimes adicionais. A Polícia Civil informou que o conjunto de provas foi determinante para o enquadramento do caso como homicídio qualificado.

Com a conclusão do inquérito, o suspeito foi formalmente denunciado e deverá ser julgado pelo Tribunal do Júri, conforme prevê a legislação para crimes dolosos contra a vida.

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Motociclista morto na JK gerou forte comoção em Patos de Minas

acidente com entregador na Avenida JK
Pedro Henrique Luís Rodrigues, 29 anos – Crédito: Arquivo pessoalç/Reprodução

A morte do entregador causou grande repercussão em Patos de Minas. A vítima trabalhava como entregador no momento do crime. Durante o velório, colegas de profissão realizaram uma manifestação pedindo justiça e mais segurança no trânsito.

Se consideradas as penas mínimas dos três crimes imputados ao investigado, a soma pode chegar a 16 anos de reclusão, segundo estimativa inicial.