Tragédia na represa: Mãe, filha e neto morrem afogados em Uberlândia
Família foi arrastada pela correnteza em área particular; bombeiros alertam para os riscos
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Uma família morreu afogada neste domingo (2) na represa de Capim Branco, em Uberlândia. As vítimas, uma mulher de 56 anos, sua filha de 35 anos e o neto de apenas 4 anos, estavam em uma área particular sem autorização quando a tragédia aconteceu.

Segundo o sargento Mourão, do Corpo de Bombeiros, o afogamento teve início quando a criança se afastou para uma região mais profunda da represa e começou a se afogar.
“Ela teve dificuldade, começou a se afogar, e a mãe, ao ver o filho naquela situação, entrou na água para tentar salvá-lo. Como também não sabia nadar, acabou se afogando. A avó, ao perceber o desespero das duas, tentou ajudar e também não conseguiu sair, resultando na morte dos três”, explicou o militar.
A correnteza no local foi um fator agravante, arrastando as vítimas. “A avó da criança foi encontrada a uma distância de 500 metros do ponto onde se afogou, enquanto as outras duas estavam em um raio de até 20 metros”, detalhou Mourão.

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Bombeiros fazem alerta sobre afogamentos
O Corpo de Bombeiros reforça que ambientes aquáticos podem esconder perigos. “Muitas vezes, a pessoa subestima a profundidade e encontra desníveis ou correntezas inesperadas. Se não souber nadar, o ideal é nem entrar”, alertou o sargento.
Além disso, em casos de afogamento, a recomendação é buscar formas seguras de resgate. “O ideal é tentar jogar algo que flutue, como uma garrafa, uma corda ou até o estepe do carro. Se você entrar sem técnica, pode acabar virando mais uma vítima”, acrescentou.
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O Corpo de Bombeiros também destaca a importância da supervisão de crianças em locais com água. “A criança tem que estar ao alcance de um braço. Às vezes, um segundo de distração pode ser fatal”, concluiu Mourão.