Operação Carga Invisível: PF prende suspeito e faz buscas em MG e SP
Operação Carga Invisível tem quatro mandados de busca em Cássia, Itaú de Minas e Franca; investigação aponta distribuição de cigarros paraguaios a comerciantes
A Polícia Federal (PF) prendeu uma pessoa em flagrante nesta quinta-feira (15) durante a Operação Carga Invisível, que investiga um esquema de contrabando de cigarros paraguaios no Sudoeste de Minas Gerais. A suspeita é de que os produtos abasteciam comerciantes da região de Passos.
Os agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão, sendo um em Cássia, dois em Itaú de Minas e um em Franca, no interior de São Paulo. Segundo a PF, as buscas têm o objetivo de reunir provas sobre o armazenamento e a comercialização dos cigarros.
Durante as buscas, os policiais encontraram uma pessoa com caixas de cigarros contrabandeados. Ela foi levada à Delegacia da PF em Divinópolis para o registro da prisão e, após os procedimentos, deverá permanecer sob custódia, à disposição da Justiça.
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Apreensão na MG-050 iniciou investigação sobre contrabando de cigarros
A investigação começou após a Polícia Militar Rodoviária prender um homem em flagrante durante uma fiscalização na MG-050. Na ocasião, os militares apreenderam 1.255 pacotes de cigarros transportados sem autorização legal.
A partir dessa ocorrência, a PF identificou indícios de que o investigado fornecia cigarros paraguaios a comerciantes de municípios da região de Passos.
Segundo a corporação, ele informou um endereço residencial falso e ocultou o local onde armazenava as mercadorias. Os investigadores localizaram posteriormente a residência em Franca.
PF prendeu possível fornecedor durante Operação Carga Invisível
No decorrer da apuração, a PF identificou um possível fornecedor dos cigarros. Segundo a corporação, ele tinha registros policiais relacionados a falsificação e contrabando de cigarros, entre outros crimes.
Contra esse investigado havia um mandado de prisão preventiva em aberto por contrabando. A PF cumpriu a ordem durante a investigação, antes da prisão em flagrante registrada na operação desta quinta-feira.
Os investigados poderão responder por contrabando, crime cuja pena, segundo a PF, varia de dois a cinco anos de reclusão.
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