Morte no shopping: homem teria usado drogas o dia todo, diz companheira
Conforme o boletim de ocorrência (BO), a companheira relatou que quando o homem fazia uso de substâncias entorpecentes, especialmente crack, ele se tornava mais agressivo
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Segundo informações do boletim de ocorrência (BO) registrado pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a companheira de Flaviano Silva, 43 anos, relatou que o homem morto em bar de shopping em Uberlândia fazia uso de entorpecentes desde às 9h da manhã de sábado (30). O caso ocorreu na noite de sábado, no bairro Tibery.

Ainda conforme o BO, a companheira relatou que quando o homem fazia uso de substâncias entorpecentes, especialmente crack, ele se tornava mais agressivo. No depoimento, a companheira relatou à polícia que já sofreu algumas agressões físicas do então companheiro.
Homem já tinha passagens pela polícia
Conforme a PM, o homem tinha passagens por roubo (2017), vítima de emergências psiquiátricas (2017 e 2019) e agressão/ameaça (violência doméstica em 2025).
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Ainda segundo o BO, anterior ao fato no shopping, um frentista de um posto de combustíveis informou que o mesmo indivíduo estava com uma cadeira e tentava agredir funcionários do local.
Morte no shopping: entenda o caso
Uma confusão em bar terminou com a morte de um homem de 43 anos na noite do último sábado (30), em um shopping de Uberlândia. Conforme a PM, a vítima apresentava comportamento agressivo e atacou clientes com cadeiras antes de ser imobilizado por funcionários.
Segundo a PM, quando os policiais chegaram ao local, o homem já estava contido por funcionários do bar. As autoridades ainda disseram que ele estava inconsciente e em parada cardiorrespiratória.
Gerente foi liberado após pagar fiança
Segundo informações da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), o gerente Alysson de Faria Elias, de 48 anos, foi ouvido e liberado após pagar fiança de R$ 4 mil. Alysson havia sido preso em flagrante e levado para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil no sábado à noite, após a confusão terminar em morte de Flaviano Silva.
A Polícia Civil instaurou o inquérito policial para a devida apuração do caso, que está sendo investigado como homicídio culposo (quando não há intenção de matar).
Até o momento, o laudo pericial encontra-se em elaboração.
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Em entrevista ao Paranaíba Mais, o advogado de defesa Neto Caixeta disse que Alysson foi liberado após pagar fiança e que colaborou com as autoridades nas investigações. Segundo o advogado, o gerente agiu em legítima defesa.