Menino de 10 anos vai parar no HC após suposto caco de vidro em merenda escolar

Família relata que criança sentiu dores após refeição em escola estadual de Uberlândia; Secretaria de Educação enviará equipe para apurar o caso

, em Uberlândia

Um menino de 10 anos foi levado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) após supostamente engolir um caco de vidro durante a merenda servida na Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro, no bairro Santa Luzia. O caso será apurado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG). 

Segundo a família, o menino almoçava na escola quando percebeu um objeto estranho enquanto comia o macarrão servido aos estudantes. Outros alunos também teriam encontrado fragmentos semelhantes na refeição, e um pedaço maior teria sido recolhido e entregue à supervisão da unidade. 

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a criança identifica o suposto caco no prato e o leva até funcionários da cantina. Veja:

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Horas depois, já em casa, a criança relatou o ocorrido à família e passou a reclamar de dores na garganta, o que levou a mãe a procurar atendimento médico. “Ele disse que estava sentindo dor e comentou para os irmãos que não era para comer a comida da escola porque tinha caco de vidro. Foi aí que eu entendi o que tinha acontecido e fui atrás de atendimento”, contou a mãe, Layane Oliveira.

Um menino de 10 anos foi levado ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU) após supostamente engolir um caco de vidro durante a merenda servida na Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro, no bairro Santa Luzia. O caso será apurado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG). 

Segundo a família, o menino almoçava na escola quando percebeu um objeto estranho enquanto comia o macarrão servido aos estudantes. Outros alunos também teriam encontrado fragmentos semelhantes na refeição, e um pedaço maior teria sido recolhido e entregue à supervisão da unidade. 

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a criança identifica o suposto caco no prato e o leva até funcionários da cantina. Veja:

Horas depois, já em casa, a criança relatou o ocorrido à família e passou a reclamar de dores na garganta, o que levou a mãe a procurar atendimento médico. “Ele disse que estava sentindo dor e comentou para os irmãos que não era para comer a comida da escola porque tinha caco de vidro. Foi aí que eu entendi o que tinha acontecido e fui atrás de atendimento”, contou a mãe, Layane Oliveira.

Criança passou por exame após atendimento médico

Antes de seguir para uma unidade de saúde, Layane afirma que procurou a direção da escola para buscar esclarecimentos sobre o caso. Segundo ela, a unidade confirmou que um fragmento havia sido entregue à supervisão, mas não informou de onde o material poderia ter vindo.

O menino foi atendido inicialmente na UAI São Jorge e, posteriormente, transferido para o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), onde passou por uma endoscopia.

De acordo com a mãe, o procedimento foi indicado para verificar possíveis lesões provocadas pelo suposto fragmento. “O atendimento foi muito rápido. A médica explicou que, por ser uma criança, era importante fazer o exame para verificar se havia algum ferimento interno”, relatou.

Segundo a família, o exame não apontou conclusões definitivas sobre a presença do material, devido ao intervalo entre o suposto incidente e a realização do procedimento. Após avaliação médica, o menino recebeu alta e segue em observação.

Mãe questiona manutenção da merenda

Além da preocupação com o estado de saúde do filho, Layane questiona a forma como a situação foi conduzida após a suspeita de contaminação do alimento.

Para ela, a distribuição da refeição deveria ter sido interrompida imediatamente até que a origem do suposto fragmento fosse esclarecida. “O mais prudente seria suspender aquela comida na mesma hora. Ninguém sabia de onde tinha vindo aquele material. As crianças poderiam ter recebido outra refeição até que tudo fosse verificado”, afirmou.

A mãe também relata que outras famílias procuraram a escola após os filhos contarem ter encontrado algo estranho na merenda. Até o momento, não há informações sobre outros atendimentos médicos relacionados ao caso.

Secretaria de Educação vai apurar suposto caco de vidro em merenda escolar

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação informou que a direção da Escola Estadual Dona Alexandra Pedreiro adotou as medidas cabíveis assim que tomou conhecimento da situação.

Segundo a pasta, durante o período da refeição não houve relato de estudantes ou servidores sobre ingestão de fragmentos.

A Superintendência Regional de Ensino de Uberlândia acompanha o caso e informou que enviará uma equipe de inspeção à unidade escolar para verificar as circunstâncias da ocorrência.

A SEE/MG destacou ainda que segue protocolos específicos para a alimentação escolar e que eventuais providências serão adotadas após a conclusão da apuração. O caso segue sob investigação administrativa.

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