Jovem é investigada por compartilhar animais mortos em plataformas online
Suspeita de gravar e compartilhar vídeos maltratando e matando animais está sendo investigada; até o momento ela não deu entrada ao sistema prisional
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O Ministério Público em Uberlândia, o Núcleo de Investigação Criminal da Polícia Militar e a Polícia Civil investigam um caso envolvendo uma jovem de 21 anos que estaria divulgando em plataformas digitais imagens de animais mortos e sendo maltratados. Segundo a Polícia Civil, o caso já está sendo apurado e novos detalhes serão divulgados conforme o andamento das investigações.

Investigação aponta rede nacional e sigilo
Prints que circulam nas redes mostram uma suposta conversa em que a jovem encaminha os registros dos animais mortos a outras pessoas e comenta “Tô mandando um gatinho fofo para você”. Segundo o promotor da causa animal, Breno Lintz, estão sendo feitos levantamentos sobre o caso e depoimentos já foram colhidos.
A divulgação dos conteúdos foi identificada na plataforma Discord, uma espécie de skipe frequentado principalmente por adolescentes para a prática de jogos online, mas que tem sido utilizado para a disseminação de práticas ilícitas.
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Sobre a complexidade do caso, o promotor Breno Lintz explicou que a investigação possui caráter sigiloso por envolver uma rede que ultrapassa os limites do município. “Esse caso está envolvendo pessoas do Brasil inteiro. Inclusive, essas primeiras medidas [de investigação] vieram até de fora e de outro estado. Não quer dizer que ela está só aqui em Uberlândia fazendo isso; é uma rede que está provocando toda essa situação no Brasil inteiro”, afirmou o promotor.
Jovem estaria passando por avaliação psicológica
A equipe do Paranaíba Mais também recebeu a informação extra-oficial de que a jovem foi acolhida em uma unidade do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) em Uberlândia e já teria passado por avaliação psicológica. Em contato com a equipe do Caps, o Portal foi informado que informações sobre o acolhimento da jovem só poderiam ser confirmadas a familiares.
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Também foi informado extra-oficialmente que a Polícia Militar teria confiscado o aparelho celular da jovem e que ela seria presa após definição do laudo da sua avaliação, mas a informação ainda não foi confirmada pelas autoridades. Em contato com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, foi confirmado que a jovem ainda não tem nenhum registro de admissão em unidade prisional.
Os demais envolvidos na investigação, como o Ministério Público de Uberlândia e Polícia Militar também foram questionados sobre o andamento do caso, mas ainda não retornaram os questioamentos.
*Matéria em atualização