Idoso fica preso em goiabeira e é resgatado em Patos de Minas
Homem de 67 anos subiu na árvore de 7 metros e não conseguiu descer; no dia anterior, outro idoso morreu após queda de 12 metros
Um idoso de 67 anos foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros após ficar preso no alto de uma goiabeira, a cerca de 7 metros de altura, por volta das 20h da noite de quarta-feira (29), no bairro Jardim Esperança, em Patos de Minas. Ele havia subido na árvore, mas não conseguiu retornar ao solo e precisou de apoio especializado.
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Idoso fica preso em goiabeira
A ocorrência começou após um pedido de socorro feito por moradores da região. No local, a equipe constatou que o homem permanecia no alto da árvore, sem condições de descer por conta própria.
Para realizar o resgate, foram utilizadas escadas e equipamentos próprios para operações em altura. Os militares acessaram a vítima e realizaram a ancoragem de segurança, técnica que garante estabilidade durante a descida.
O idoso foi trazido ao solo sem ferimentos aparentes.
Vítima não portava documentos
Durante o atendimento, os bombeiros verificaram que o homem não portava documentos e apresentava dificuldade em fornecer informações pessoais.
A identificação foi possível posteriormente por meio do cruzamento de dados, que confirmou a idade de 67 anos.
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Caso semelhante acabou em morte no dia anterior
Na terça-feira (28), um idoso de 81 anos morreu após cair de um abacateiro de aproximadamente 12 metros de altura, também em Patos de Minas.
A vítima foi identificada como Geraldo Martins da Silva. O acidente ocorreu em uma área de difícil acesso, após o trevo de Santana de Patos.
Equipes de socorro chegaram a realizar manobras de reanimação durante o transporte, mas o idoso não resistiu aos ferimentos.
Risco elevado em quedas de altura
Segundo o Corpo de Bombeiros, os dois casos, registrados em um intervalo de 24 horas, evidenciam o risco de acidentes envolvendo árvores, especialmente entre idosos.
Quedas de altura podem provocar lesões graves, mesmo em situações aparentemente simples, como a colheita de frutas. A dificuldade de acesso e a falta de equipamentos de segurança agravam o risco.
