Estupro de vulnerável em Passos: avô é preso suspeito de abusar da neta

Investigação da Polícia Civil aponta abusos praticados entre os 9 e 12 anos; mandado de prisão preventiva foi cumprido no bairro Santa Casa, em Passos

, em Uberlândia

Um caso de estupro de vulnerável em Passos (MG), na região sudoeste mineira, chocou a cidade após a prisão preventiva de um homem de 52 anos, suspeito de abusar sexualmente da própria neta, que não teve a identidade divulgada. A ação foi realizada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, que conduz a investigação.

Estupro de vulnerável em Passos: avô é preso suspeito de abusar da neta
Delegacia de Atendimento à Mulher conduziu a apuração que resultou na prisão por estupro de vulnerável em Passos- Crédito: Freepik/Reprodução

O que a polícia apurou sobre o estupro de vulnerável em Passos

Segundo a PC e relatos da vítima, o estupro de vulnerável em Passos teria ocorrido quando a criança ainda tinha entre nove e doze anos de idade. De acordo com o depoimento, o suspeito se aproveitava de momentos em que ficava sozinho com a criança para cometer os crimes e a ameaçava para que não revelasse os fatos. As ocorrências teriam acontecido no bairro Santa Casa, em Passos (MG).

A denúncia foi recebida e, imediatamente, a equipe policial iniciou as investigações para esclarecer os fatos. Com base nos elementos reunidos ao longo da apuração, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, que foi deferida pela Justiça e cumprida nesta semana.

Medidas adotadas após a denúncia

Conforme informado pela PC, a investigação reuniu depoimentos e outros elementos probatórios que sustentaram o indiciamento do suspeito de ter cometido estupro de vulnerável em Passos. O homem foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição do Judiciário, enquanto o inquérito segue para conclusão.

Casos de violência sexual contra crianças e adolescentes devem ser denunciados imediatamente. Além das delegacias especializadas, a população pode procurar órgãos de proteção e canais oficiais para garantir acolhimento, segurança e a responsabilização dos envolvidos.