Companheiro de babá é indiciado por estupro de criança em MG

Criança de 8 anos conseguiu escapar do abuso do acusado após ele ser chamado pela companheira; a avó da vítima resgatou a criança e o homem foi preso em flagrante

, em Uberlândia

Um homem de 26 anos foi indiciado por estupro de vulnerável contra uma criança de 8 anos, em São Gotardo. O suspeito, que é companheiro da babá da vítima, cometeu o crime dia 27 de março, quando estava na casa da menor.

Ele foi preso em flagrante, após a criança enviar mensagens de socorro para a mãe e ligar para a avó materna, que imediatamente resgatou a menina.

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Caso de estupro de criança em MG será levado à Justiça – Crédito: PCMG/Reprodução

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Entenda como foi o estupro de criança em MG

Segundo informações da Polícia Civil, a investigação do caso foi concluída nesta quarta-feira (1º) . A situação foi descoberta depois que o suspeito teria praticado atos libidinosos contra a menina, mas foi interrompido quando a companheira e babá, uma adolescente de 17 anos, chamou pelo parceiro. Nesse momento, a vítima conseguiu contato com a avó, que resgatou a neta em estado de desespero e aos prantos.

De acordo com a polícia, não há grau de parentesco entre o agressor e a vítima, nem indícios de convivência prévia por parte da cuidadora que facilitassem o crime. O inquérito foi finalizado e encaminhado à Justiça.

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Em 2025, São Gotardo também registrou caso semelhante

O indiciamento desta quarta-feira (1º) lembra um caso com dinâmica parecida que mobilizou as autoridades de São Gotardo em setembro de 2025. Na ocasião, um homem de 38 anos foi indiciado por abusos cometidos contra uma criança ao longo de quatro anos (entre 2018 e 2022).

Naquele processo, o investigado também era companheiro da babá da vítima e se aproveitava dos momentos de ausência da cuidadora para cometer os crimes. O caso só veio à tona após os pais notarem mudanças no comportamento da filha, que na época dos abusos tinha entre 4 e 9 anos. A criança revelou a situação inicialmente para a psicóloga da escola, relatando que era ameaçada pelo agressor para se manter em silêncio.