Cão da PM fareja drogas escondidas em ponto de tráfico em Coromandel
Com apoio de cães farejadores, PM localiza grande quantidade de entorpecentes e loja clandestina voltada para a venda de produtos destinados ao consumo de drogas
-
Com ajuda do cão farejador Kyron, a Polícia Militar desarticulou uma quadrilha que mantinha um ponto de tráfico e uma espécie de “loja clandestina” para usuários de drogas em Coromandel. Quatro indivíduos foram presos, suspeitos de desempenhar funções específicas na logistica do crime.
Imagens regisradas pela Rondas Ostensivas com Cães (ROCCA) mostram o momento em que o cão farejador encontra entorpecentes escondidos debaixo de entulhos em uma residência na cidade, no último domingo (10).
Veja o vídeo:
📲 Siga o canal de notícias do Paranaíba Mais no WhatsApp
Como equipes chegaram até o ponto de tráfico em Coromandel
O imóvel já estava sendo monitorado pela inteligência da PM após diversas denúncias de que no local seria entregue um grande carregamento de entorpecentes. Já no local, as equipes identificaram diversas situações típicas da prática de tráfico de droagas.

Durante a abordagem no imóvel, um suspeito tentou fugir, mas foi contido, portando certa quantidade de entorpecentes. Dentro das dependências, os militares encontraram diversos materiais relacionados ao tráfico de drogas, além de pequena quantidade de outros entorpecentes.
Tendo em vista as denúncias que receberam anteriormente, as equipes decidiram acionar a equipe do Rocca, que enviaram mais três militares ao local e dois cães farejadores. Durante as buscas no entorno do imóvel, o cão Kyron indicou um ponto específico debaixo de um amontoado de entulhos, onde foram encontradas grandes quantidades de entorpecentes, em especial diversas barras de maconha prensada.

Os militares ainda encontraram uma estrutura comercial clandestina dedicada à venda de acessórios utilizados no consumo de maconha. Além disso, a quadrilha utilizava um sistema de vigilância com quatro câmeras de monitoramento e delegava a um dos suspeitos presos a função de “olheiro”, que monitorava a movimentação no local e alertava os demais integrantes da presença policial.