Bombeiros encontram corpo de jovem desaparecido em represa
Guilherme Caetano de Castro, de 19 anos, estava desaparecido desde segunda-feira (12); corpo foi encontrado pelos bombeiros perto do local onde ele sumiu
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Após três dias de buscas, o jovem Guilherme Caetano de Castro, de 19 anos, que estava desaparecido desde a última segunda-feira (12), foi encontrado morto em uma represa próxima ao local onde havia sido visto pela última vez. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros, que realizou a localização do corpo nesta semana.
De acordo com a corporação, Guilherme Caetano foi localizado já sem vida em uma represa da região na manhã desta quarta-feira (14). No momento, as equipes seguem com os procedimentos de retirada do corpo, perícia no local e encaminhamento ao serviço funerário.
Bombeiros encontram corpo de jovem desaparecido
Segundo familiares, a ausência do jovem foi notada ainda na segunda-feira (12). Ao retornar do trabalho, a mãe, Maria Aparecida Leonardo, encontrou a janela do quarto aberta e roupas molhadas deixadas dentro da residência, o que levantou preocupação.
Imagens de câmeras de segurança da casa mostraram Guilherme saindo a pé e descalço, levando apenas uma mochila com algumas roupas. Ainda segundo Maria Aparecida, nas imagens ele aparentava pedir ajuda antes de deixar o local.
Comportamento preocupava familiares
Ainda conforme relato da mãe, Guilherme Caetano era usuário de drogas e, nos dias anteriores ao desaparecimento, apresentava comportamento alterado, com sinais de confusão e medo. Ele chegou a dizer que estava sendo seguido.
“Ele estava sob efeito de drogas e, pelas câmeras, vi que ele saiu para me chamar gritando que ‘isso é covardia’. Quando cheguei na roça, ele já tinha ido embora descalço, levando apenas uma mochila. A janela do quarto estava aberta e encontrei roupas molhadas no chão”, relembrou Maria Aparecida.
Mobilização das equipes
A operação de resgate contou com uma força-tarefa que incluiu o uso de drones com câmeras térmicas e o apoio de um pelotão especializado com cães farejadores vindo de Uberaba. Os cães e as varreduras tecnológicas foram feitas para delimitar a área de busca até a confirmação do óbito na represa.
Ainda não há informações oficiais sobre a causa da morte, o que deve ser esclarecido pelo laudo do Instituto Médico Legal (IML) nos próximos dias.
