Após confirmação da polícia, família de Daiane Alves vive dor e aguarda despedida
Parentes receberam a confirmação da polícia após a localização do corpo em Caldas Novas (GO) na manhã desta quarta-feira (28); mãe ficou completamente abalada
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A família da corretora Daiane Alves recebeu a confirmação da polícia goiana logo após o corpo ser localizado em uma região de mata, em Caldas Novas (GO). Em meio ao choque, parentes relatam tristeza profunda e dizem que agora tentam organizar os próximos passos, incluindo o sepultamento em Uberlândia, cidade onde Daiane é natural.
A reportagem apurou que a mãe da vítima, Nilse Alves Pontes, ficou bastante abalada ao receber as informações. Em um momento de desespero e sofrimento, ela chegou a quebrar o hall do condomínio onde estava, em Caldas Novas. O portal tentou contato com Nilse, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
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Cunhada diz que família sente tristeza e alívio após resposta da investigação
Em entrevista, Ludmila Medeiros, cunhada de Daiane, descreveu um misto de sentimentos após a atualização do caso. Segundo ela, além da dor, existe um sentimento de alívio por finalmente saber o que aconteceu, depois de mais de um mês de angústia. Daiane estava desaparecida desde a noite de 17 de dezembro de 2025.
“Apesar de a gente estar muito triste, ao mesmo tempo a gente está aliviado. O que a gente queria era saber o que aconteceu com a Daiane”, afirmou Ludmila.
Ela explicou que a família aguarda detalhes sobre prazos e horários, mas a expectativa é de que o corpo seja trazido para Uberlândia. “O sepultamento vai ser aqui em Uberlândia. Vão trazer direto pra cá”, disse.

Família de Daiane Alves aguarda definição sobre velório em Uberlândia
Conforme as informações repassadas pelos familiares, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal, e o trabalho agora envolve procedimentos oficiais e a logística para o translado.
Daiane morou por muitos anos em Uberlândia e, nos últimos dois anos, estava em Caldas Novas, onde administrava apartamentos da família. A mãe viajou para a cidade em dezembro, com a expectativa de acompanhar de perto as buscas e reencontrar a filha.
Defesa do síndico não respondeu
A reportagem também procurou a defesa do síndico citado na investigação, mas até o momento não houve retorno. O síndico Cléber Rosa de Oliveira e o filho, Maykon Douglas de Oliveira, estão à disposição do Poder Judiciário.