Vigilância apreende mais de 500 kg de carne estragada em Ituiutaba

Operação fiscalizou 15 estabelecimentos e identificou irregularidades sanitárias em açougues e casas de carne

, em Uberlândia

A Vigilância Sanitária de Ituiutaba apreendeu mais de 500 quilos de carne estragada, considerada imprópria para o consumo humano, em uma fiscalização realizada nesta sexta-feira (17) em estabelecimentos do município.

A ação foi conduzida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, e teve como objetivo reforçar o controle sanitário e reduzir riscos à saúde da população.

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carne estragada em Ituiutaba
Ação em 15 estabelecimentos flagrou armazenamento inadequado e falta de procedência; produtos irregulares foram descartados em aterro – Crédito: Reprodução/Ascom PMI

Ao todo, 15 estabelecimentos comerciais foram inspecionados, incluindo açougues e casas de carne.

Irregularidades incluíam armazenamento e higiene inadequados

Segundo a fiscalização, os produtos foram retirados de circulação após a identificação de irregularidades, como armazenamento em temperaturas inadequadas, ausência de identificação de procedência e condições higiênico-sanitárias fora dos padrões exigidos.

carne imprópria em Ituiutaba
Fiscalização identificou irregularidades sanitárias e apreendeu grande volume de carne – Crédito: Reprodução/Ascom PMI

De acordo com os fiscais, as falhas representam risco direto à segurança alimentar dos consumidores.

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Fiscalização começa com orientação

O trabalho da Vigilância Sanitária ocorre de forma contínua e em duas frentes: atendimento a denúncias e inspeções de rotina.

Na primeira abordagem, o caráter é educativo. Os estabelecimentos recebem orientação e prazo para regularização. A apreensão ocorre quando as exigências não são cumpridas dentro do período estabelecido.

As carnes recolhidas, por estarem impróprias para consumo e com risco de contaminação, não podem ser reaproveitadas nem doadas. Todo o material foi encaminhado para descarte no aterro sanitário do município.

A Vigilância Sanitária informou que pode abrir processos administrativos e aplicar multas em casos mais graves. No entanto, destacou que a prioridade é a regularização dos estabelecimentos.